Costa Rica Species
Pierella helvina
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Pierella helvina

Sátiro-de-manchas-vermelhas

Hewitson, 1859

Textos detalhados Multi-idioma
Borboleta de tamanho médio com asas alongadas. A sua coloração dorsal é predominantemente castanho-escura, destacando manchas iridescentes de um tom vermelho ou rosado intenso que dão nome à espécie. Na face ventral, apresenta um padrão complexo de linhas e ocelos que mimetizam folhas secas, com uma série de pontos em forma de olhos para distrair os predadores.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Lepidoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Nymphalidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Pierella
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Hewitson, 1859
Completude da Ficha
93%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita principalmente o sub-bosque denso de florestas húmidas primárias e secundárias, preferindo áreas sombreadas e húmidas onde a luz é escassa.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Prefere permanecer perto do solo, empoleirando-se em folhas secas onde as suas asas fechadas lhe conferem uma camuflagem perfeita.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária, interagindo com outros indivíduos apenas durante a época reprodutiva.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Frugívora em estado adulto; alimenta-se de frutos em fermentação e seiva exsudada.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Elo importante na decomposição de matéria orgânica; as lagartas consomem folhas de diversas plantas do sub-bosque.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Os machos estabelecem pequenos territórios no sub-bosque para atrair as fêmeas através de exibições de asas.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

6.0 - 8.0 cm

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.20 - 50
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

--

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

7 - 14

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 3 Meses
Fêmeas1 - 3 Meses

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Mais territorial, com manchas vermelhas mais intensas e brilhantes.

Fêmeas Multi-idioma

Tonalidades ligeiramente mais opacas, adaptada para melhor camuflagem.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Camuflagem de ocelos: Possui marcas nas suas asas inferiores que simulam olhos de predadores maiores, uma estratégia evolutiva para confundir e evadir ataques.
Voo de sub-bosque: A sua morfologia de voo está otimizada para deslocações rápidas e curtas entre a folhagem densa ao nível do solo.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Destruição florestal: A fragmentação do dossel altera os níveis de luz no sub-bosque, afetando o seu microclima e a disponibilidade de plantas hospedeiras.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Comportamento crepuscular: É uma das poucas borboletas que mostra atividade significativa nos limiares de luz do amanhecer e do anoitecer.