Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.AprovadoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Craugastor megacephalus

Rã-de-cabeça-grande

(Günther, 1888)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma rã terrestre proeminente caracterizada pela sua cabeça desproporcionalmente grande e larga, uma máscara facial escura distinta que atravessa o tímpano e um padrão dorsal incrivelmente críptico. A textura da pele varia de lisa a cristas dispersas que imitam perfeitamente folhas em decomposição.

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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Rana de hojarasca cabezonaLarge-headed robber frogGroßkopf-Raubfrosch

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Craugastoridae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Craugastor
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Günther, 1888)
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Restringe-se principalmente à camada de folhiço húmido do solo das florestas tropicais húmidas de terras baixas, pré-montanas e montanas baixas, necessitando de uma cobertura de canópia densa e elevados níveis de humidade.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Estritamente noturna. Durante as horas diurnas, mistura-se perfeitamente na camada de folhiço. À noite, senta-se silenciosamente em cima de folhas húmidas ou configurações de raízes ligeiramente elevadas, utilizando uma estratégia de caça por emboscada para intercetar organismos que passam.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária e reclusiva. A comunicação é altamente limitada; ao contrário de rãs mais pequenas, os machos desta espécie raramente cantam ou produzem anúncios vocais sonoros, provavelmente para evitar a deteção por predadores vertebrados de maior porte.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Macro-invertívoro terrestre de emboscada.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Atua como um predador de topo de invertebrados no solo da floresta, alimentando-se de escaravelhos massivos, grilos, baratas, caracóis terrestres e pequenos lagartos. É presa de cobras florestais, gambás de maior porte, corujas e macroaracnídeos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

A reprodução terrestre ocorre diretamente em espaços ocultos e húmidos sob o folhiço ou estruturas de raízes em decomposição. A fêmea põe ovos grandes e não pigmentados com invólucros espessos de gel, que eclodem diretamente sem uma fase de girino aquático.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

4.2 - 8.5 cm

Peso (g)

8 g - 45 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.20 - 65
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 18 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

35 - 50

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos4 - 8 Anos
Fêmeas5 - 10 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são consideravelmente menores do que as fêmeas, atingindo tipicamente apenas metade do comprimento focinho-cloaca extremo encontrado nas fêmeas maduras, e possuem cabeças menores em relação ao comprimento total do corpo.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas crescem até atingirem proporções enormes e robustas, exibindo maxilares massivos e fortemente musculados e crânios largos concebidos para facilitar a predação de grandes artrópodes do solo e acomodar a massa de ovos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Abertura bucal massiva e estrutura maxilar hipertrofiada, permitindo-lhe subjugar e engolir facilmente macroinvertebrados excecionalmente grandes e pequenos vertebrados em relação ao seu tamanho corporal.
Ciclo de vida de desenvolvimento direto onde os embriões sofrem metamorfose completa dentro da cápsula do ovo terrestre, eclodindo como rãs juvenis independentes e eliminando a dependência de poças de água estagnada.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Destruição do habitat através da conversão de florestas tropicais primárias em campos agrícolas, plantações de banana e pastagens, o que remove a camada crítica de folhiço húmido.
Suscetibilidade à dessecação microclimática causada pelo desbaste da canópia e efeitos de borda, o que reduz drasticamente a humidade do solo da floresta para níveis abaixo da sua tolerância fisiológica.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Devido à sua boca larga e comportamento alimentar agressivo, foi documentado que fêmeas grandes consomem não só escaravelhos pesados e escorpiões, mas também espécies de rãs simpátricas mais pequenas no solo da floresta.