Costa Rica Species
Orthogeomys matagalpae
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Orthogeomys matagalpae

Taltusa / Gofre

J. A. Allen, 1910

Textos detalhados Multi-idioma
Roedor subterrâneo de corpo cilíndrico, adaptado para escavação com patas dianteiras fortes. Possui dentes incisivos enormes expostos e bolsas externas nas bochechas para carregar raízes.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Mammalia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Rodentia
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Geomyidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Orthogeomys
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.J. A. Allen, 1910
Completude da Ficha
85%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Estritamente subterrâneo. Habita solos macios e fáceis de escavar em florestas e plantações de tubérculos.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Animal asocial e agressivo. Passa 99% da vida sob a terra num sistema complexo de túneis, denunciado pelos montes de terra na superfície.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Extremamente territoriais e solitárias. Lutarão violentamente se encontrarem outra taltusa nos túneis.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Herbívoro.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Herbívoro estrito. Seu principal predador é a doninha, cujo corpo alongado permite invadir os túneis das taltusas para caçá-las.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

A fêmea cria de 1 a 4 filhotes. Após o desmame, a mãe expulsa agressivamente os filhotes de seus túneis.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

20.0 - 30.0 cm

Peso (g)

250 g - 600 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.1 - 4
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

6 - 8 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

20 - 30

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 3 Anos
Fêmeas1 - 3 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

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Fêmeas Multi-idioma

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Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Seus lábios se fecham atrás dos dentes incisivos, permitindo escavar terra e roer raízes sem engolir sujeira.
Cauda sensível que atua como antena, permitindo que a taltusa corra de ré rapidamente por túneis estreitos.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Considerada uma praga agrícola severa por destruir raízes e tubérculos; intensamente caçada por agricultores.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Engenheiros do solo: suas escavações constantes aeram e misturam nutrientes na terra, beneficiando a floresta.
Frequentemente puxa plantas inteiras pelas raízes para dentro do túnel, fazendo-as desaparecer no chão.