Costa Rica Species
Nototriton abscondens
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN ENUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Em Perigo — enfrenta risco muito alto de extinção se as ameaças não forem urgentemente tratadas.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Nototriton abscondens

Salamandra-musgosa

Taylor, 1948

Textos detalhados Multi-idioma
Um anfíbio extremamente pequeno, com um corpo esguio e membros curtos. A sua pele apresenta tons que imitam a textura e a cor do musgo, permitindo-lhe permanecer oculta à vista de todos no seu microhabitat.

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Última modificação por

Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Caudata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Plethodontidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Nototriton
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Taylor, 1948
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita exclusivamente em florestas nubladas de alta altitude na Costa Rica, principalmente dentro de manchas de musgo, hepáticas e bromélias epífitas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Espécie estritamente noturna e de hábitos crípticos. Passa o dia enterrada no musgo ou dentro de cavidades de bromélias para evitar a dessecação.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Completamente solitária. As interações sociais são mínimas e parecem ser quase exclusivamente para o cortejo reprodutivo.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Predador de emboscada. Permanece quieta sobre o musgo, esperando que uma presa diminuta passe perto antes de atacar com um movimento rápido.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Insetívoro especializado em presas de tamanho muito pequeno, como ácaros do musgo, pequenos colêmbolos e ovos de outros invertebrados.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Ovípara; põe posturas muito pequenas de ovos em substratos protegidos. Desenvolvimento direto (sem fase de girino).

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

2.5 - 3.5 cm

Peso (g)

0.2 g - 0.8 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 6
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

1 - 2 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

2 - 4

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos2 - 4 Anos
Fêmeas2 - 4 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Diferenças morfológicas mínimas; machos com glândulas submandibulares ligeiramente mais marcadas para a comunicação química durante o cortejo.

Fêmeas Multi-idioma

Fêmeas ligeiramente maiores e mais robustas para gerir a postura de ovos dentro dos espaços reduzidos do musgo.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Miniaturização: O seu tamanho diminuto permite-lhe aceder a microespaços no musgo e entre as folhas, locais inacessíveis para predadores maiores.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perda de habitat e aumento das temperaturas: Sendo uma espécie restrita a zonas altas e muito húmidas, é extremamente vulnerável à fragmentação das florestas e às alterações climáticas.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

É um exemplo notável de "microendemismo", onde uma espécie pode ter uma área de distribuição geográfica extremamente restrita a poucas encostas de montanha.