
Teratohyla spinosa
Rã-de-vidro-espinhosa
(Taylor, 1949)
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Em declínio
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Estação chuvosa
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Restrita a terras baixas e florestas pré-montanas húmidas, concentrando-se na vegetação marginal de pequenas ribeiras de corrente lenta e riachos pantanosos. É arborícola, empoleirando-se na face inferior de folhas grandes e arbustos a alturas de 0,5 a 2 metros. Distribui-se das Honduras ao oeste da Colômbia e Equador.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Estritamente noturna e especializada em margens ribeirinhas. Os machos cantam em noites chuvosas escondidos sob a folhagem húmida. O seu canto é um leve chilreio metálico curto tipo 'seet'. São hiper-agressivos; combatem usando os seus espinhos prepoliciais para picar e derrubar o rival.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Solitária, com interações impulsionadas inteiramente pela reprodução. Os machos mantêm territórios densos mas estritamente demarcados em folhas adjacentes. O contacto social limita-se à competição acústica, intensas lutas físicas com espinhos e amplexos breves.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Insetívoro arborícola, especializado em capturar pequenos macroinvertebrados e dípteros diminutos na face inferior protegida das folhas tropicais.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Actua como um micropredador especializado. Os adultos alimentam-se de minúsculos insetos voadores de corpo mole, microtraças e ácaros da folhagem. Devido ao seu tamanho minúsculo, são presa de aranhas errantes e pequenas cobras arbóreas. Os ovos são atacados por formigas.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
A reprodução está ligada às chuvas. Após o amplexo axilar na face inferior de uma folha, a fêmea deposita uma postura frouxa e fina de camada única com 15 a 30 ovos esverdeados pálidos, suspensa a 0,5-2 metros acima de uma ribeira lenta. A incubação dura de 10 a 14 dias e os girinos caem na lama orgânica.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
1.9 - 2.5 cm
Peso (g)
0.8 g - 1.9 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
10 - 14 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
10 - 14
