Costa Rica Species
Teratohyla spinosa
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Teratohyla spinosa

Rã-de-vidro-espinhosa

(Taylor, 1949)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma rã-de-vidro notavelmente pequena e esguia, baptizada devido a um espinho ósseo afiado e saliente na base do polegar dos machos. O dorso é liso, verde-amarelado claro com finas manchas escuras. O ventre é totalmente transparente, expondo o coração e o trato digestivo. Os olhos têm íris prateada ou dourada pálida.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Centrolenidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Teratohyla
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Taylor, 1949)
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação chuvosa

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Restrita a terras baixas e florestas pré-montanas húmidas, concentrando-se na vegetação marginal de pequenas ribeiras de corrente lenta e riachos pantanosos. É arborícola, empoleirando-se na face inferior de folhas grandes e arbustos a alturas de 0,5 a 2 metros. Distribui-se das Honduras ao oeste da Colômbia e Equador.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Estritamente noturna e especializada em margens ribeirinhas. Os machos cantam em noites chuvosas escondidos sob a folhagem húmida. O seu canto é um leve chilreio metálico curto tipo 'seet'. São hiper-agressivos; combatem usando os seus espinhos prepoliciais para picar e derrubar o rival.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária, com interações impulsionadas inteiramente pela reprodução. Os machos mantêm territórios densos mas estritamente demarcados em folhas adjacentes. O contacto social limita-se à competição acústica, intensas lutas físicas com espinhos e amplexos breves.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro arborícola, especializado em capturar pequenos macroinvertebrados e dípteros diminutos na face inferior protegida das folhas tropicais.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Actua como um micropredador especializado. Os adultos alimentam-se de minúsculos insetos voadores de corpo mole, microtraças e ácaros da folhagem. Devido ao seu tamanho minúsculo, são presa de aranhas errantes e pequenas cobras arbóreas. Os ovos são atacados por formigas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

A reprodução está ligada às chuvas. Após o amplexo axilar na face inferior de uma folha, a fêmea deposita uma postura frouxa e fina de camada única com 15 a 30 ovos esverdeados pálidos, suspensa a 0,5-2 metros acima de uma ribeira lenta. A incubação dura de 10 a 14 dias e os girinos caem na lama orgânica.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

1.9 - 2.5 cm

Peso (g)

0.8 g - 1.9 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.15 - 30
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

10 - 14 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

10 - 14

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 6 Anos
Fêmeas3 - 7 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são diminutos e esguios, medindo apenas 1,9 a 2,1 cm de comprimento focinho-cloaca. Desenvolvem um espinho prepolicial ósseo visível e muito afiado na base interna do polegar, além de fendas vocais e um saco vocal subgular.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são ligeiramente maiores e mais largas, com um comprimento focinho-cloaca entre 2,2 e 2,5 cm. Carecem por completo do espinho ósseo prepolicial no polegar e de estruturas vocais. Quando grávidas, os ovos esverdeados claros são visíveis no abdómen.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Espinhos prepoliciais ósseos nos machos utilizados como armas físicas durante combates territoriais, permitindo enganchar, arranhar e desalojar rivais das posições de canto.
Transparência abdominal extrema que actua como camuflagem ao eliminar as sombras internas de alto contraste quando repousa sobre folhas translúcidas iluminadas.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perda de corredores ribeirinhos de corrente lenta devido ao desvio de microbacias, pecuária e desflorestação, eliminando a vegetação calma necessária para as posturas.
Contaminação química e escoamento de pesticidas em ribeiras calmas provenientes da agricultura local, altamente perigosa para as massas de ovos expostas.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Os machos cantam exclusivamente a partir da face inferior de folhas. Quando uma fêmea se aproxima, o amplexo e a deposição dos ovos ocorrem inteiramente na parte inferior da folha, protegendo a postura da chuva e do sol.