Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN ENUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Em Perigo — enfrenta risco muito alto de extinção se as ameaças não forem urgentemente tratadas.AprovadoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Craugastor andi

Rã-de-folhiço-de-Andi

(Savage, 1974)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma rã noturna de médio porte com coloração críptica que imita perfeitamente folhas secas. Apresenta uma textura dorsal finamente granular, marcas escuras em forma de máscara facial e discos digitais proeminentes adaptados para escalar vegetação baixa.

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Em Revisão

Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Rana ladrona de AndiAndi robber frogAndis Laubfrosch

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Craugastoridae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Craugastor
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Savage, 1974)
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas tropicais húmidas primárias pré-montanas e montanas baixas, fortemente associada a solos florestais intocados, à camada de folhiço húmido e a plantas herbáceas de sub-bosque baixo perto de ribeiras de montanha.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Exclusivamente noturna. Permanece bem escondida nas profundezas do folhiço durante as horas diurnas de temperatura elevada, emergindo ao anoitecer para pousar em caules de vegetação baixa, fetos ou sapopembas para vigiar presas de passagem.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária e territorial. Os machos posicionam-se espaçados em pousos baixos perto de ribeiras florestais, emitindo vocalizações subtis para delimitar territórios e atrair parceiras, evitando altas densidades de canto para contornar predadores acústicos.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro de emboscada noturno do sub-bosque.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Funciona como um invertívoro especializado que consome escaravelhos do solo da floresta, formigas, pequenos grilos e aranhas. É presa de macroinvertebrados como tarântulas e centopeias, bem como de aves noturnas e pequenas cobras terrestres.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Apresenta cantos territoriais localizados dos machos durante condições húmidas. O amplexo ocorre em folhas baixas antes de a fêmea descer para localizar uma cavidade húmida e críptica sob raízes ou troncos para depositar os ovos terrestres.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

3.5 - 7.8 cm

Peso (g)

4 g - 22 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.15 - 40
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

10 - 14 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

28 - 42

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 6 Anos
Fêmeas4 - 7 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são substancialmente menores que as fêmeas, apresentando um comprimento focinho-cloaca médio menor, e possuem sacos vocais internos e fendas vocais subgulares utilizadas para cantar.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas atingem dimensões gerais significativamente maiores, apresentando uma constituição abdominal mais robusta e larga, necessária para acomodar ovos terrestres grandes e ricos em vitelo.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Design de camuflagem críptica que imita folhas, exibindo padrões disruptivos e tons neutros de castanho-bege que lhe permitem desaparecer no folhiço do solo da floresta perante predadores visuais.
Estratégia reprodutiva de desenvolvimento direto, contornando completamente a fase vulnerável de girino aquático ao desenvolver-se como rãs completamente formadas diretamente dentro de ovos terrestres.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Grave fragmentação e perda de habitat devido à expansão agrícola, pecuária e desflorestação localizada de microhabitats pré-montanos intocados.
Suscetibilidade a surtos de quitridiomicose, combinada com alterações microclimáticas impulsionadas pelo aquecimento global que secam os perfis de humidade do folhiço florestal.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Ao contrário de muitos anfíbios convencionais, esta espécie não põe ovos na água; as posturas são depositadas sob detritos florestais húmidos, troncos ou pedras onde a mãe frequentemente permanece por perto para dissuadir microartrópodes predadores.