Costa Rica Species
Bolitoglossa subpalmata
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Bolitoglossa subpalmata

Salamandra-palmeada

Boulenger, 1896

Textos detalhados Multi-idioma
Um anfíbio caudado pequeno a médio com uma pele macia e húmida. O seu traço mais característico é a presença de membranas interdigitais parciais nos pés, que facilitam o seu movimento na vegetação e substratos húmidos.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Caudata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Plethodontidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Bolitoglossa
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Boulenger, 1896
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita principalmente florestas nubladas de alta altitude, páramos e zonas subalpinas. Encontra-se frequentemente abrigada sob troncos caídos, musgo ou dentro de bromélias.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Espécie principalmente noturna. Move-se furtivamente pelo solo e vegetação, evitando a dessecação através do refúgio constante.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Geralmente solitária. As interações sociais são pouco frequentes e limitam-se principalmente ao período reprodutivo.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Predador de emboscada altamente especializado. Usa a sua língua protrátil para capturar presas a grande velocidade sem necessidade de se mover.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Insetívoro; consome uma variedade de pequenos invertebrados, principalmente ácaros, colêmbolos e pequenas aranhas presentes no musgo.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Espécie ovípara. Deposita ovos em grupos aderidos a substratos protegidos (como o interior de bromélias); desenvolvimento direto sem girinos.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

4.0 - 7.5 cm

Peso (g)

1 g - 3 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.5 - 15
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

1 - 2 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

3 - 6

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 6 Anos
Fêmeas3 - 6 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são geralmente mais delgados e possuem uma base da cauda ligeiramente mais inchada devido à presença de glândulas especializadas.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas têm um corpo mais robusto e volumoso para albergar os ovos durante o desenvolvimento interno antes da postura.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Resistência ao frio: Possui adaptações fisiológicas que lhe permitem manter-se ativa a temperaturas muito baixas, típicas dos páramos andinos e costarricenses.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Sensibilidade às alterações climáticas: O aumento das temperaturas globais pode reduzir a área do seu habitat apto nos cumes vulcânicos.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Reprodução terrestre: Tal como outras salamandras pletodóntidas, não tem fase larval aquática; os juvenis nascem como versões em miniatura dos adultos.