Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Urotheca decipiens

Falsa-cobra-coral-da-terra

(Günther, 1893)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma cobra pequena e esbelta com uma coloração que mimetiza cobras-corais venenosas, apresentando padrões de bandas pretas, vermelhas e amarelas.

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Em Revisão

Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

False Coral Earth SnakeFalsilla

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Reptilia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Squamata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Dipsadidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Urotheca
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Günther, 1893)
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas húmidas de montanha e florestas de nuvens, encontrando-se tipicamente entre a serapilheira e a cobertura do solo.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Reservada, terrestre e maioritariamente diurna; especializada em mover-se através da vegetação densa do solo.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro generalista/predador de pequenos vertebrados.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Alimenta-se principalmente de pequenos lagartos e anfíbios.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Ovípara; deposita pequenas posturas em solo húmido ou matéria em decomposição.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

25.0 - 45.0 cm

Peso (g)

15 g - 40 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 6
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 18 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

40 - 60

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos5 - 8 Anos
Fêmeas5 - 8 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são ligeiramente mais pequenos com cabeças mais estreitas.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são tipicamente maiores e mais robustas para a produção de ovos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Mimetismo batesiano de cobras-corais para dissuadir potenciais predadores.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Destruição do habitat devido à invasão agrícola e desflorestação em áreas de terras altas.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Apesar da sua aparência, não é venenosa e é inofensiva para os humanos.