
Iguana iguana
Iguana-verde
Linnaeus, 1758
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Gerardo Venegas
Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.
Common green iguana
American iguana
Iguana verde
Garrobo
Gallina de palo
Iguana comúnTaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Em declínio
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Herbívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Habita ecossistemas tropicais, como manguezais e matas ciliares, sempre perto de corpos d'água para se refugiar.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
É um réptil diurno e arbóreo que utiliza a termorregulação comportamental, passando horas ao sol para atingir sua temperatura ideal.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Vive solitariamente, embora os filhotes possam formar grupos temporários (crèches). Os machos defendem territórios durante a reprodução.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Herbívoro folívoro; possui bactérias simbióticas para fermentar celulose. Os filhotes podem consumir insetos ocasionalmente.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Consumidor primário servindo de presa para aves de rapina, cobras e carnívoros médios. Contribui para a dispersão de sementes.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Ovípara. As fêmeas realizam migrações para cavar ninhos em solos arenosos e depositar até 71 ovos.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
30.0 - 200.0 cm
Peso (g)
1.50 kg - 8.00 kg
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
18 - 36 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
65 - 90
Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.
Machos Multi-idioma
Fêmeas Multi-idioma
Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma
Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma
Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma
Galeria de ImagensFotografias desta espécie ou habitat no seu ambiente natural.


Referências ExternasPublicações científicas, guias de campo e bases de dados que documentam esta espécie ou área.
- [https://www.iucnredlist.org/species/174302/1414031](https://www.iucnredlist.org/species/174302/1414031)
