Costa Rica Species
Heliconius charithonia
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN NEUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Não Avaliado — ainda não foi avaliado segundo os critérios da Lista Vermelha da IUCN.AprovadoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Heliconius charithonia

Borboleta zebra

Linnaeus, 1767

Textos detalhados Multi-idioma
Borboleta diurna de asas alongadas, com um padrão distintivo de faixas amarelas sobre um fundo preto, que lhe dão o seu nome comum.

Adicionado por

Curador Anônimo

Revisado por

Julia Trouin

Última modificação por

Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Lepidoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Nymphalidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Heliconius
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Linnaeus, 1767
Completude da Ficha
90%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Florestas tropicais, clareiras e beiras de estradas na América, desde o sul dos EUA até a América do Sul.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Ativa durante o dia; possui um voo lento e elegante.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Altamente social; dormem em grupos comunais todas as noites.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Forrageamento ativo de néctar e pólen em áreas ensolaradas.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Larvas alimentam-se de Passiflora; adultos coletam pólen.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Metamorfose completa; ciclo de vida estendido graças ao consumo de pólen.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

6.0 - 10.0 cm

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.50 - 150
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

--

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

3 - 5

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos--
Fêmeas--

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Aposematismo: Suas cores marcantes advertem os predadores sobre sua toxicidade.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Fragmentação das florestas de Passiflora, sua principal fonte de alimento larval.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

É uma das poucas borboletas que consome pólen, o que lhe permite viver muito mais tempo do que outras espécies.