Costa Rica Species
Crotalus simus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Crotalus simus

Cascavel-neotropical

Latreille, 1801

Textos detalhados Multi-idioma
Serpente grande e robusta com um guizo na ponta da cauda e um padrão de diamantes no dorso.

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Gerardo Venegas

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Gerardo Venegas

Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Cascabel comúnCentral American RattlesnakeCascabel neotropical

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Reptilia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Squamata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Viperidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Crotalus
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Latreille, 1801
Completude da Ficha
95%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação seca

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas secas, savanas e áreas abertas em regiões sazonais.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Terrestre e principalmente crepuscular; emite um som com seu guizo quando ameaçada.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária; refugia-se em tocas ou fendas durante o dia.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Carnívora. Alimenta-se principalmente de roedores, lagartos e ocasionalmente pássaros.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Predador-chave para o controle biológico de roedores em zonas secas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Vivípara. As fêmeas podem ter ninhadas de 10 a 30 filhotes.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

100.0 - 180.0 cm

Peso (g)

1.50 kg - 4.00 kg

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.10 - 30
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

3 - 5 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

--

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos15 - 20 Anos
Fêmeas15 - 20 Anos

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

O guizo é composto por anéis de queratina que são adicionados a cada troca de pele.
Fossetas loreais que lhe permitem detectar o calor de suas presas (visão térmica).

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perseguição humana sistemática e perda de habitat pela pecuária.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Seu veneno tem potentes efeitos neurotóxicos e miodestrutivos.
Ao contrário de outras serpentes, o som do guizo é um sinal de alerta, não de ataque.

Referências ExternasPublicações científicas, guias de campo e bases de dados que documentam esta espécie ou área.