Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Nothopsis rugosus

Cobra-de-escamas-rugosas

Cope, 1871

Textos detalhados Multi-idioma
Uma serpente rara e distinta de tamanho médio caracterizada por escamas fortemente carenadas (rugosas) que lhe conferem uma aparência texturizada. Tem uma cabeça larga e achatada e exibe frequentemente um padrão de cor castanho ou acinzentado críptico.

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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Culebra de escamas rugosasRough-scaled Snake

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Reptilia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Squamata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Dipsadidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Nothopsis
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Cope, 1871
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas tropicais húmidas de terras baixas e pré-montanhosas, encontrada principalmente na serapilheira e perto de pequenos riachos ou zonas de filtragem.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Estritamente noturna e esquiva. Principalmente terrestre, associada a solos florestais húmidos.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária, interação social mínima.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Invertívoro generalista.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

A dieta provavelmente consiste em pequenos invertebrados, possivelmente lesmas ou minhocas. É presa de serpentes maiores e pequenos mamíferos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Ovíparo; provavelmente põe ovos em substratos húmidos e protegidos.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

40.0 - 70.0 cm

Peso (g)

15 g - 60 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 5
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

18 - 24 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

40 - 60

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 7 Anos
Fêmeas4 - 8 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são tipicamente mais pequenos e têm caudas mais longas e esguias.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são tipicamente maiores e mais robustas, acomodando a produção reprodutiva.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

As suas escamas fortemente carenadas provavelmente ajudam a mover-se através da serapilheira densa e húmida e proporcionam camuflagem contra os detritos do chão da floresta.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Ameaçada pela degradação de habitats de floresta primária e pela drenagem de pequenos riachos e zonas húmidas na sua área de distribuição.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Devido à sua raridade e comportamento críptico, sabe-se muito pouco sobre a história natural desta espécie, o que a torna um tema de grande interesse para herpetólogos.