Costa Rica Species
Phyllobates lugubris
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Phyllobates lugubris

Rã-venenosa-lúgubre

(Schmidt, 1857)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma rã venenosa terrestre, pequena e de coloração impressionante. Apresenta um dorso e flancos predominantemente negros ou castanho-bronze escuro, fortemente contrastados por duas linhas dorsolaterais brilhantes que variam de amarelo vivo e dourado a laranja, correndo do focinho sobre os olhos até às coxas. Os membros estão cobertos por um elegante padrão marmoreado de manchas verde-amareladas ou azul-esverdeadas.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Dendrobatidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Phyllobates
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Schmidt, 1857)
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Desconhecida

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação chuvosa

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita a folhagem húmida de florestas húmidas de planície e pré-montanas, principalmente ao longo das vertentes das Caraíbas da América Central, desde o nível do mar até cerca de 650 metros de altitude. É frequentemente encontrada perto de pequenos ribeiros rochosos de fluxo lento e ravinas húmidas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Diurna e estritamente terrestre. Os indivíduos passam as horas do dia movendo-se ativamente através de folhas húmidas à procura de presas, retirando-se sob troncos ou raízes profundas. Os machos usam vocalizações em trilo musical de tom baixo.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Exibe uma gestão territorial estruturada mediada principalmente através de trilos vocais. As lutas físicas são menos frequentes, mantendo-se a segregação espacial por meio de exibições acústicas consistentes e presença aposemática visível.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Micro-invertívoro terrestre de folhagem, especialista em formicídeos e insetívoro diurno sequestrador de alcaloides.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Carnívoro especializado que se alimenta de pequenos invertebrados da folhagem, notavelmente formigas formicinas, ácaros e pequenos escaravelhos, dos quais sequestra alcaloides tóxicos. É evitada pela maioria dos predadores devido às suas defesas químicas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Os ovos são depositados de forma terrestre em ninhos de folhas sombreados e húmidos ou sob troncos, sendo guardados ativamente pelo macho. Após a eclosão, o pai transporta os girinos nas suas costas até ribeiros de fluxo lento.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

2.1 - 2.5 cm

Peso (g)

1.4 g - 3.2 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.6 - 12
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 18 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

12 - 18

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 6 Anos
Fêmeas3 - 7 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são ligeiramente menores, medindo cerca de 2,1 a 2,3 cm de comprimento focinho-cloaca. Possuem um saco vocal subgular e utilizam trilos ressonantes para atrair parceiras.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são ligeiramente maiores e visivelmente robustas, alcançando até 2,5 cm de comprimento total. Carecem de infraestrutura vocal e exibem um perfil corporal mais arredondado durante as fases reprodutivas.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Possui uma coloração aposemática com linhas douradas ou laranjas de elevado contraste sobre um tronco negro para sinalizar a sua toxicidade aos predadores diurnos, como aves e lagartos.
Secreta níveis moderados de batracotoxinas através das suas glândulas granulares cutâneas quando sob stresse, proporcionando proteção química contra a ingestão.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perda de habitat primário e da humidade essencial do solo florestal impulsionada pela exploração madeireira, plantações de banana em grande escala e desbravamento para pastagens de gado.
Vulnerabilidade à poluição por pesticidas químicos que escorrem das fronteiras agrícolas para os solos florestais baixos e ribeiros de reprodução de fluxo lento.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Ao contrário dos membros hiper-tóxicos colombianos do género Phyllobates, a P. lugubris produz concentrações de toxinas significativamente mais baixas, tornando-a muito menos letal, embora partilhe o mesmo mecanismo dietético.