
Phyllobates lugubris
Rã-venenosa-lúgubre
(Schmidt, 1857)
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Desconhecida
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Estação chuvosa
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Habita a folhagem húmida de florestas húmidas de planície e pré-montanas, principalmente ao longo das vertentes das Caraíbas da América Central, desde o nível do mar até cerca de 650 metros de altitude. É frequentemente encontrada perto de pequenos ribeiros rochosos de fluxo lento e ravinas húmidas.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Diurna e estritamente terrestre. Os indivíduos passam as horas do dia movendo-se ativamente através de folhas húmidas à procura de presas, retirando-se sob troncos ou raízes profundas. Os machos usam vocalizações em trilo musical de tom baixo.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Exibe uma gestão territorial estruturada mediada principalmente através de trilos vocais. As lutas físicas são menos frequentes, mantendo-se a segregação espacial por meio de exibições acústicas consistentes e presença aposemática visível.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Micro-invertívoro terrestre de folhagem, especialista em formicídeos e insetívoro diurno sequestrador de alcaloides.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Carnívoro especializado que se alimenta de pequenos invertebrados da folhagem, notavelmente formigas formicinas, ácaros e pequenos escaravelhos, dos quais sequestra alcaloides tóxicos. É evitada pela maioria dos predadores devido às suas defesas químicas.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Os ovos são depositados de forma terrestre em ninhos de folhas sombreados e húmidos ou sob troncos, sendo guardados ativamente pelo macho. Após a eclosão, o pai transporta os girinos nas suas costas até ribeiros de fluxo lento.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
2.1 - 2.5 cm
Peso (g)
1.4 g - 3.2 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
12 - 18 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
12 - 18
