Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN VUUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Vulnerável — em alto risco de extinção se as condições adversas atuais continuarem.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Oedipina pauciglandulosa

Salamandra-verme-de-glândulas-esparsas

Taylor, 1952

Textos detalhados Multi-idioma
Uma salamandra esguia, alongada e altamente fossorial caracterizada por um número reduzido de glândulas mentais em comparação com espécies relacionadas.

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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Salamandra lombriz escasaSparse-glanded Worm Salamander

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Caudata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Plethodontidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Oedipina
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Taylor, 1952
Completude da Ficha
93%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Restrita a florestas húmidas pré-montanhosas e de montanha baixa, frequentemente encontrada sob serapilheira profunda e troncos podres.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Extremamente críptica e fossorial; tipicamente ativa apenas após chuvas fortes.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária; provavelmente mantém um território estável dentro do ambiente subterrâneo.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Invertívoro fossorial.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Alimenta-se de micro-invertebrados de corpo mole localizados nas camadas subterrâneas da floresta.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Desenvolvimento direto; os ovos são depositados em cavidades seguras e ocultas dentro da matriz do solo.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

9.0 - 14.0 cm

Peso (g)

0.4 g - 1.8 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 6
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

18 - 24 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

50 - 70

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 5 Anos
Fêmeas3 - 5 Anos

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Tamanho reduzido especializado dos membros e uso de esqueleto hidrostático para escavar através de solos florestais.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Altamente vulnerável à perda de habitat e a alterações na humidade do solo resultantes da conversão de terras.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

A redução na densidade glandular é uma adaptação evolutiva que pode estar correlacionada com o ambiente químico específico dos solos que habita.