
Pachira aquatica
Munguba
Aubl., 1775
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Estável
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
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Hábito de CrescimentoForma e estrutura física da planta: árvore, arbusto, erva, trepadeira, epífita, aquática, etc.
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Tipo de FolhaCaracterísticas da folha: caduca (queda sazonal), perenifólia, simples, composta, acicular, etc.
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Época de FloraçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
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Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
É uma espécie estritamente hidrófila (amante da água). Habita de forma selvagem em ecossistemas de zonas húmidas, pântanos de água doce, florestas de galeria ao longo de rios, estuários e planícies de inundação sazonal. Desenvolve-se otimamente desde o nível do mar até aos 500 metros de altitude, preferindo solos argilosos e lamacentos mal drenados. Suporta inundações extremas durante a época das chuvas, crescendo muitas vezes com a base do seu tronco e as suas raízes submersas na água durante meses.Necessidades de Luz/ÁguaIntensidade de luz solar e níveis de humidade de que esta planta necessita para crescer e reproduzir-se. Multi-idioma
Informação não disponível em Português. Ajude-nos a completar esta ficha!ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Nos pântanos neotropicais, o Cacau-selvagem molda visualmente o estuário. Dos seus ramos baixos lançam-se iguanas, e os bugios utilizam o seu dossel para se alimentarem dos seus brotos. As suas gigantescas flores estão estritamente adaptadas a um comportamento crepuscular e noturno (quiropterofilia). Ao final da tarde, a flor começa a abrir-se como uma banana a descascar-se para trás, revelando os enormes estames e um forte odor almiscarado a baunilha. Esta janela de tempo dura apenas uma única noite; na manhã seguinte, após terem sido polinizadas por morcegos na escuridão, as esplêndidas flores murcham a sua cor, perdem o odor e os milhares de estames caem ao chão ou ao rio formando tapetes vermelhos.Toxicidade / UsosCompostos tóxicos presentes e efeitos documentados em humanos ou outros organismos. Multi-idioma
Informação não disponível em Português. Ajude-nos a completar esta ficha!Medidas Físicas
Comprimento (cm)
500.0 - 2000.0 cm
