Costa Rica Species
Jabiru mycteria
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Jabiru mycteria

Tuiuiú / Jabiru

(Lichtenstein, 1819)

Textos detalhados Multi-idioma
O Tuiuiú (ou Jabiru) é a ave símbolo do Pantanal e a maior ave voadora das Américas. Possui plumagem branca, cabeça e pescoço nus e pretos, e um papo vermelho dilatável. O bico é enorme e ligeiramente curvado para cima.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Ciconiiformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Ciconiidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Jabiru
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Lichtenstein, 1819)
Completude da Ficha
85%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação seca

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Depende totalmente de grandes áreas úmidas de água doce, como o Pantanal. Nida em árvores altas e isoladas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Caminha lentamente na água rasa. Apesar de pesado no chão, é um exímio planador que usa correntes térmicas para voar alto.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitários ou casais, mas formam grandes grupos (bandos) ao redor de poças secantes na estação seca.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Carnívoro / Piscívoro.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Predador de topo do Pantanal. Come peixes, muçuns (enguias), sapos e cobras. Adultos não têm predadores naturais.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Constrói grandes ninhos em árvores altas. Postura de 2 a 4 ovos. Macho e fêmea chocam por 30 dias e cuidam dos filhotes por mais de 3 meses.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

120.0 - 150.0 cm

Peso (g)

5.00 kg - 9.00 kg

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 4
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

36 - 48 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

28 - 32

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos20 - 35 Anos
Fêmeas20 - 35 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

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Fêmeas Multi-idioma

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Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Bico curvado para cima e tátil, ideal para tatear peixes, enguias e sapos em águas turvas e lodosas.
Papo vermelho expansível, usado para termorregulação no calor e inflado durante exibições de corte ou defesa.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Drenagem de pântanos para agricultura e secas extremas secam as poças onde a ave caça, causando fracasso reprodutivo.
O corte de grandes árvores isoladas destrói seus ninhos, que muitas vezes são usados por gerações.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Constrói ninhos monumentais, adicionando galhos ano após ano até atingirem mais de 2 metros de diâmetro.
Ave muda (sem siringe). Comunica-se batendo fortemente as metades do bico (matraqueado).