
Epinephelus labriformis
Garoupa-estrelada
(Jenyns, 1840)
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Estável
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Frequenta recifes rochosos e de coral pouco profundos, poças de maré e zonas de rebentação, geralmente desde a superfície até cerca de 30 metros de profundidade.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
É uma espécie estritamente territorial que defende agressivamente a sua porção de recife contra outros da sua espécie. Passa grande parte do tempo escondido em fendas e cavernas.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Geralmente solitário e arisco, reunindo-se com outros indivíduos da sua espécie apenas durante eventos reprodutivos de desova em massa.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Predador de emboscada. Alimenta-se principalmente de crustáceos bentónicos (caranguejos) e pequenos peixes teleósteos.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Controlador de populações de pequenos peixes e invertebrados em recifes pouco profundos. É presa comum de grandes tubarões de recife, moreias gigantes e mamíferos marinhos.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Desova pelágica em grupos. Machos e fêmeas libertam óvulos e espermatozoides na coluna de água aberta; os ovos flutuam e dispersam-se livremente com as correntes marinhas.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
15.0 - 60.0 cm
Peso (g)
150 g - 3.00 kg
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
3 - 5 Anos
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
1 - 2
