Costa Rica Species
Procnias tricarunculatus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN VUUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Vulnerável — em alto risco de extinção se as condições adversas atuais continuarem.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Procnias tricarunculatus

Araponga-de-três-barbelas

(J. Verreaux & E. Verreaux, 1853)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma grande ave da família dos cotingídeos. O macho tem o corpo castanho-arruivado, cabeça branca e três barbelas carnudas e longas penduradas na base do bico. A fêmea é verde-oliva listrada de amarelo, sem barbelas.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Passeriformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Cotingidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Procnias
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(J. Verreaux & E. Verreaux, 1853)
Completude da Ficha
85%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação seca

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Frutívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Migrante altitudinal endêmico da América Central. Reproduz-se nas florestas nubladas das montanhas e migra para as planícies e manguezais na época de não-reprodução em busca de frutos.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Machos exibem-se em poleiros altos (leks). Quando a fêmea chega, o macho abre muito o bico, balança as barbelas e dá um grito metálico (BONG) com tanta força que o recuo costuma empurrá-lo para trás no galho.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Aves geralmente solitárias. Machos cantam em arenas dispersas (leks). A fêmea vive isolada para realizar toda a criação do filhote sozinha.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Frugívoro do dossel / Dispersor de sementes.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Frugívoro estrito (família Lauraceae). Engole o fruto inteiro e regurgita o caroço intacto, sendo um vital dispersor de sementes. Os ninhos frágeis são atacados por macacos e tucanos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Espécie polígama. O macho apenas acasala. A fêmea constrói um ninho muito ralo e frágil, põe 1 único ovo e realiza toda a incubação (20 dias) e alimentação do filhote com abacates regurgitados.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

25.0 - 30.0 cm

Peso (g)

140 g - 220 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.1 - 1
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

24 - 48 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

19 - 21

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos5 - 10 Anos
Fêmeas5 - 10 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

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Fêmeas Multi-idioma

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Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Siringe modificada: músculos abdominais muito fortes permitem que ele emita um som metálico de sino extremamente alto, um dos mais altos entre as aves, que ecoa por quilômetros.
Boca larga: a abertura do bico vai muito atrás no crânio, permitindo que a ave engula abacates silvestres inteiros, regurgitando os grandes caroços posteriormente.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perda de corredores altitudinais: como migram sazonalmente, o desmatamento nas áreas de transição e nas planícies impede que encontrem alimento fora da época de reprodução.
Dependência de Lauráceas: a dieta baseia-se quase totalmente em abacates silvestres. A extração de madeira dessas árvores destrói sua fonte de alimento.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

O mistério das barbelas: o macho não consegue inflar ou erguer ativamente os apêndices carnudos, mas eles balançam vigorosamente durante o canto para atrair as fêmeas.
Canto aprendido e dialetos: os machos jovens precisam aprender a cantar ouvindo os mais velhos. Isso gerou sotaques (dialetos) regionais bem diferentes.