
Trogon bairdii
Surucuá-de-baird
Lawrence, 1868
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Em declínio
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Onívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Restrito às florestas tropicais úmidas de planície e encostas do Pacífico Sul, estendendo-se do sudoeste da Costa Rica ao extremo oeste do Panamá. Prefere estritamente o interior do dossel de florestas perenes maduras e intocadas.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Um habitante do dossel silencioso e pouco ativo. Pousa ereto e imóvel em galhos florestais de nível médio a alto por longos períodos, realizando voos repentinos e rápidos para capturar grandes esperanças (insetos), lagartas, lagartos ou frutos oleosos (comoaceae) da folhagem antes de retornar a um galho próximo.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Principalmente solitário ou encontrado em casais reprodutores monogâmicos durante la temporada de aninhamento. Não se juntam a grandes bandos mistos de forrageamento, preferindo manter territórios silenciosos e de baixa densidade dentro do interior denso da floresta.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Frugívoro e insetívoro (dieta onívora mista que muda sazonalmente com base na abundância de frutos).Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Atua como um dispersor de sementes essencial para árvores de sementes grandes da floresta tropical, particularmente da família das lauráceas, ao digerir a polpa nutritiva externa e regurgitar as sementes intactas longe da árvore mãe. Serve de presa para grandes rapinantes florestais, como o gavião-de-penacho.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Casais monogâmicos escavam uma câmara de ninho ou utilizam cavidades macias em decomposição existentes em troncos apodrecidos verticais, tipicamente entre 2 e 12 metros acima do solo. A fêmea põe de 2 a 3 ovos brancos, e ambos os pais compartilham os deveres de incubação e alimentam ativamente os filhotes altriciais.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
26.0 - 28.5 cm
Peso (g)
90 g - 105 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
11 - 13 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
16 - 19
