Costa Rica Species
Celeus loricatus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Celeus loricatus

Pica-pau-canela

(Reichenbach, 1854)

Textos detalhados Multi-idioma
Um pica-pau de tamanho médio com plumagem cor de canela ou ferrugem, densamente escamada e barrada de preto. Possui uma crista desgrenhada e bico claro. O macho tem a bochecha vermelha.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Piciformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Picidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Celeus
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Reichenbach, 1854)
Completude da Ficha
85%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação seca

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Espécie estritamente florestal que prefere o dossel de florestas tropicais úmidas e matas de galeria. Na Costa Rica, é encontrado nas terras baixas do Caribe.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Forrageia no dossel, inspecionando galhos com musgos e epífitas. Quebra ninhos de cupins com facilidade. Viaja em pares e ocasionalmente em bandos mistos.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Geralmente vistos sozinhos ou em casais. São aves pacíficas que participam de bandos mistos sem muita agressividade territorial.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro / Coletor e escavador de cascas.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Insetívoro, alimenta-se principalmente de formigas e cupins (ovos, larvas e adultos). Predado por falcões florestais; ovos ameaçados por cobras.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Monogâmicos. O casal escava a cavidade em troncos de madeira macia, muitas vezes palmeiras mortas. Põem 2-3 ovos brancos sobre lascas de madeira. Ambos chocam e alimentam as crias.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

20.0 - 23.0 cm

Peso (g)

55 g - 75 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 3
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 18 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

13 - 15

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos5 - 8 Anos
Fêmeas5 - 8 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

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Fêmeas Multi-idioma

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Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Especialista em cupinzeiros: seu bico é adaptado para abrir ninhos arborícolas de cupins e formigas. Possui uma língua longa e pegajosa para capturar centenas de insetos rapidamente.
Camuflagem de madeira podre: a plumagem cor de canela escamada quebra sua silhueta, fazendo-o parecer um pedaço de madeira apodrecida no dossel.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Desmatamento das planícies úmidas: dependente de matas intactas, sofre com a expansão da agropecuária (abacaxi e banana) na vertente caribenha.
Perda de madeira morta: requer árvores em decomposição para nidificar e encontrar formigas/cupins. A 'limpeza' da floresta reduz suas chances de sobrevivência.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

O pica-pau silencioso: raramente tamborila alto para marcar território. Prefere emitir assobios suaves e bater suavemente na madeira.
Dieta especializada: comporta-se quase como um tamanduá voador, buscando ativamente os túneis de cupins e formigas arborícolas.