Costa Rica Species
Charadrius semipalmatus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Charadrius semipalmatus

Batuíra-de-bando

Bonaparte, 1825

Textos detalhados Multi-idioma
Uma ave de margem pequena e robusta, com bico curto e grosso de base alaranjada e ponta preta, e pernas amarelo-alaranjadas brilhantes. Na plumagem reprodutiva, apresenta o dorso marrom-escuro, ventre branco puro e uma única faixa peitoral preta bem definida. A face exibe uma máscara preta e uma mancha branca na testa. Adultos não-reprodutivos e juvenis substituem as marcas pretas por um marrom-acinzentado opaco.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Charadriiformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Charadriidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Charadrius
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Bonaparte, 1825
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Nidifica em praias subárticas abertas, bancos de cascalho em rios e cristas de tundra arenosa. Durante a longa migração e invernada, habita extensas planícies de lama intertidais, praias arenosas costeiras, salinas e margens de manguezais.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Um forrageador diurno e noturno que forma bandos compactos e coordenados durante o trânsito migratório, mas se dispersa amplamente ao alimentar-se. São muito vocais, identificando-se com um assobio ascendente característico de duas sílabas.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Exibe comportamento altamente territorial durante a breve temporada reprodutiva ártica. Pelo contrário, durante a migração e invernada, transita para um estilo de vida gregário, reunindo-se em poleiros compactos de centenas de indivíduos na maré alta.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Carnívoro (invertívoro intertidal especializado e coletor de superfície visual usando o padrão correr-parar-picar).

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Atua como consumidor secundário intermediário nas cadeias tróficas costeiras e da tundra. Sua dieta é composta por pequenos vermes poliquetas, anfípodes, pequenos bivalves e insetos (moscas e besouros na área de nidificação). São predados por falcões-peregrinos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Monogâmico. O macho estabelece o território por meio de um voo de exibição semelhante a uma borboleta. O ninho é uma depressão rasa simples em cascalho ou musgo. A fêmea põe 4 ovos oliva camuflados. Ambos incubam por 23-25 dias. Os filhotes são precociais.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

17.0 - 19.5 cm

Peso (g)

30 g - 50 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.3 - 4
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

1 - 2 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

23 - 25

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos4 - 9 Anos
Fêmeas4 - 9 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Dimorfismo leve e sazonal. Durante a época reprodutiva, os machos geralmente exibem máscaras faciais e faixas peitorais pretas ligeiramente mais escuras e mais bem definidas em comparação com as fêmeas.

Fêmeas Multi-idioma

A plumagem é idêntica em padrão, mas durante a reprodução, as marcas pretas faciais e a faixa peitoral frequentemente aparecem sutilmente tingidas de marrom. As fêmeas são marginalmente maiores em massa corporal.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Equipada com membranas parciais entre as bases dos dedos externos (semipalma), proporcionando maior área de superfície para correr rapidamente sobre planícies de lama pegajosas sem afundar.
Possui uma técnica de forrageamento visual de 'correr-parar-olhar' combinada com olhos grandes e sensíveis que permitem detectar movimentos mínimos de invertebrados enterrados sob condições de pouca luz ou noturnas.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Ameaçado pela degradação e perda de locais críticos de parada migratória devido ao desenvolvimento urbano costeiro, aumento do nível do mar que reduz as zonas intertidais e perturbação por atividades recreativas nas praias.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Para proteger seus ovos ou filhotes de predadores como raposas, os adultos realizam uma exibição de 'asa quebrada' muito convincente, fingindo uma lesão grave para atrair o predador para longe do ninho antes de voar.
Durante o forrageamento, exibem um comportamento fascinante chamado 'tremor de patas', onde vibram rapidamente um pé sobre a lama úmida para assustar vermes ocultos, forçando-os a se mover e tornando-os visíveis.