Costa Rica Species
Trogon elegans
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Trogon elegans

Surucuá-elegante

Gould, 1834

Textos detalhados Multi-idioma
Um surucuá de tamanho médio e plumagem deslumbrante. O macho tem o dorso verde-metálico, ventre vermelho-carmesim e um colar branco. A fêmea é marrom-acinzentada com uma lágrima branca atrás do olho.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Trogoniformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Trogonidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Trogon
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Gould, 1834
Completude da Ficha
85%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação seca

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Prefere florestas decíduas secas, matas de galeria e cerrados. Na Costa Rica, é típico das regiões áridas do noroeste (Guanacaste).

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Passa longos períodos imóvel nos galhos, movendo apenas a cauda lentamente. Ao avistar alimento, lança-se em um voo pesado e ruidoso.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Aves solitárias ou encontradas em casais. Não formam bandos nem participam de grupos mistos de forrageamento.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Onívoro / Coletor em voo pairado.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Onívoro. Consome muitos frutos na estação seca e torna-se altamente insetívoro na época reprodutiva (lagartas e cigarras). Ovos vulneráveis a cobras.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Nidifica em buracos de pica-pau em árvores mortas. A fêmea bota de 2 a 3 ovos brancos no fundo da cavidade. Ambos os pais chocam (18 dias) e cuidam das crias.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

28.0 - 30.0 cm

Peso (g)

60 g - 78 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 3
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 24 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

18 - 19

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos7 - 10 Anos
Fêmeas7 - 10 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

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Fêmeas Multi-idioma

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Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Heterodactilia: a disposição única dos dedos permite que a ave se agarre firmemente aos galhos horizontais, mantendo uma postura ereta e imóvel por horas.
Colheita em voo pairado: pega furtivamente frutos e insetos nas pontas de galhos finos pairando no ar por um instante.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

A degradação de matas de galeria ao longo de rios elimina seus corredores vitais para nidificação e refúgio térmico.
A remoção de árvores mortas em áreas rurais elimina os ocos velhos de pica-pau, que são estritamente necessários para o seu ninho.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Seu canto é uma série de notas roucas que lembram o latido de um cãozinho ('coa-coa-coa'), o que lhe confere um de seus nomes populares.
É o único surucuá que nidifica regularmente nos Estados Unidos (Arizona), tornando-se uma verdadeira celebridade entre os observadores de aves americanos.