Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN ENUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Em Perigo — enfrenta risco muito alto de extinção se as ameaças não forem urgentemente tratadas.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Ptychohyla lythrodes

Rã-de-torrente-de-olhos-vermelhos

(Savage, 1968)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma rã distintiva que habita riachos, com um dorso castanho-acinzentado e olhos vermelhos brilhantes marcantes que proporcionam um excelente contraste.

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Em Revisão

Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Rana de torrente ojirrojaRed-eyed Stream Frog

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Hylidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Ptychohyla
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Savage, 1968)
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Restrita a riachos frios, claros e rochosos em florestas pré-montanhosas e montanhosas baixas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Noturna e ribeirinha; passa a maior parte do tempo ativa sobre rochas diretamente dentro ou ao lado do riacho.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Os machos exibem comportamento territorial durante os períodos de reprodução, coaxando a partir da vegetação das margens dos riachos.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro ribeirinho.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Insetívoro; captura pequenos invertebrados ao longo das margens dos riachos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Deposita ovos em folhas sobre riachos; as larvas estão bem adaptadas para o desenvolvimento em água turbulenta.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

3.0 - 4.5 cm

Peso (g)

2 g - 5 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.50 - 150
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

1 - 2 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

10 - 20

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos4 - 6 Anos
Fêmeas4 - 6 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são menores e possuem sacos vocais.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são maiores e não possuem sacos vocais.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Altamente adaptada para a vida em correntes rápidas com um corpo achatado dorsoventralmente e almofadas digitais especializadas.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Ameaçada pela destruição do habitat, desflorestação e a prevalência de quitridiomicose.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Acredita-se que os olhos vermelhos brilhantes desempenhem um papel no reconhecimento interindividual no ambiente escuro da floresta.