
Panulirus gracilis
Lagosta-espinhosa-do-Pacífico
(Streets, 1871)
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Em declínio
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Habita a zona sublitoral e costeira, escondendo-se durante o dia em fendas e cavernas de recifes rochosos, corais e estruturas artificiais, geralmente a profundidades entre 1 e 20 metros.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Espécie marcadamente noturna. Passa as horas do dia abrigada no seu esconderijo para evitar predadores e emerge para forragear ativamente no fundo do mar sob o manto da escuridão.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Altamente gregária durante o dia, partilhando frequentemente as mesmas fendas do recife com vários indivíduos para aumentar a sua defesa coletiva.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Carnívoro / necrófago bentónico. Alimenta-se principalmente esmagando caracóis, bivalves, pequenos caranguejos, ouriços-do-mar e restos de animais mortos.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Predador bentónico intermédio. Ajuda a controlar as populações de pequenos invertebrados, mas é a presa favorita de polvos, moreias, grandes garoupas e tubarões-enfermeiros.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
O macho prende um pacote de esperma ao esterno da fêmea. Ao desovar, a fêmea carrega centenas de milhares de ovos cor de laranja sob o seu abdómen até eclodirem em larvas planctónicas.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
15.0 - 40.0 cm
Peso (g)
400 g - 2.50 kg
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
3 - 5 Anos
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
21 - 35
