
Chrysina aurigans
Escaravelho-joia-dourado
(Rothschild & Jordan, 1894)
Adicionado por
Curador Anônimo
Revisado por
Em Revisão
Última modificação por
Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Desconhecida
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Herbívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Endémico das florestas de nuvens de altitude média intocadas e florestas húmidas dominadas por carvalhos da Costa Rica e do oeste do Panamá. Está restrito a ambientes de dossel florestal intocado, operando geralmente entre 1.200 e 2.500 metros acima do número del mar.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Nocturnos. Os adultos passam o dia escondidos no topo da folhagem do dossel, permanecendo imóveis nas folhas. À noite, tornam-se ativos, voando rapidamente pelo dossel. São fortemente atraídos por luzes artificiais.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Solitários. Interagem apenas durante os encontros de acasalamento no dossel superior, sem formar grupos ou congregações, exceto quando múltiplos indivíduos son inadvertidamente atraídos para a mesma fonte de luz artificial.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Herbívoro (Detritívoro como larva, Folívoro como adulto).Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
As lagartas (larvas) vivem no subsolo ou dentro de madeira em decomposição, consumindo estritamente troncos podres e húmus. Os escaravelhos adultos alimentam-se diretamente das folhas tenras de árvores de altitude, particularmente carvalhos de montanha (espécies Quercus). Os predadores naturais incluem aves de floresta de nuvens, pequenos mamíferos arborícolas e morcegos.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
O acasalamento ocorre à noite no topo dos ramos da floresta durante o início da estação chuvosa. As fêmeas localizam troncos em decomposição ideais ou bolsas de húmus para se enterrarem profundamente e depositarem ovos.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
2.5 - 3.5 cm
Peso (g)
3 g - 5.5 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
11 - 13 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
14 - 22
