Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Pristimantis moro

Rã-da-chuva-de-Moro

(Savage, 1965)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma rã arborícola muito pequena que apresenta um corpo moderadamente robusto com membros longos e delgados e discos digitais expandidos. A pele dorsal é finamente granulada a quase lisa, exibindo uma coloração variável que vai do bege pálido e castanho-acinzentado ao castanho-avermelhado escuro, frequentemente adornada com bandas escuras nas patas. Os olhos são grandes e de cor bronze-dourada.

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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Rana moroMoro rain frogRanita de lluvia de Moro

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Strabomantidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Pristimantis
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Savage, 1965)
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Desconhecida

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação chuvosa

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Restringe a sua distribuição principalmente a florestas húmidas pré-montanas e florestas de nevoeiro montanas baixas, em altitudes que vão dos 500 até cerca de 1.200 metros. Está fortemente associada a ecossistemas de floresta primária densa e prístina, fazendo uso frequente de troncos cobertos de musgo, plantas epífitas e arbustos.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Exclusivamente noturna e predominantemente arborícola. Durante as horas do dia, permanece oculta dentro de folhas fortemente enroladas ou leitos de musgo epífito. À noite, desloca-se ativamente para poleiros na vegetação.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Estilo de vida altamente solitário. O contacto social limita-se a interações auditivas na estação chuvosa, quando os machos adultos produzem cliques mecânicos rápidos e agudos a partir de poleiros folhosos para reclamar o seu espaço.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Predador de microartrópodes arborícolas e insetívoro noturno do dossel.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Atua como um pequeno predador arborícola, utilizando uma dieta insetívora oportunista que se baseia em pequenos escaravelhos, formigas, moscas da fruta e pequenos ácaros. É presa de invertebrados carnívoros e cobras arborícolas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Apresenta reprodução terrestre não aquática com desenvolvimento embrionário direto. Após o cortejo em folhas húmidas, a fêmea deposita uma pequena postura de ovos grandes e não pigmentados dentro de massas de raízes húmidas de epífitas.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

1.5 - 2.5 cm

Peso (g)

0.8 g - 3.2 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.10 - 22
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

8 - 12 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

28 - 42

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos2 - 4 Anos
Fêmeas2 - 5 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são visivelmente menores, atingindo comprimentos médios entre 1,5 e 1,9 cm. Possuem um único saco vocal subgular utilizado para vocalizar durante os eventos de chuva.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são claramente maiores e de corpo mais robusto, crescendo até 2,5 cm de comprimento. Não possuem sacos ou fendas vocais e exibem um abdómen mais largo modificado para carregar as posturas de ovos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Apresenta almofadas adesivas digitais expandidas e especializadas na ponta dos dedos que permitem uma escalada eficiente e um posicionamento invertido seguro na folhagem húmida e lisa das plantas.
Os padrões de pigmentação críptica da pele combinam perfeitamente com os musgos da floresta, texturas da casca das árvores e epífitas, proporcionando uma excelente camuflagem contra predadores noturnos.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Vulnerabilidade à rápida dessecação microclimática dos ambientes de dossel húmido, provocada pela fragmentação estrutural da floresta, exploração madeireira e alterações climáticas globais.
Destruição do habitat para o desenvolvimento agrícola em pequena escala e elevada sensibilidade potencial a surtos de fungos infeciosos como a quitridiomicose.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Esta diminuta espécie omite completamente o desenvolvimento de larvas aquáticas; as fêmeas depositam as posturas em locais húmidos da vegetação onde os embriões se transformam diretamente em mini-rãs.