Costa Rica Species
Philaethria dido
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN NEUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Não Avaliado — ainda não foi avaliado segundo os critérios da Lista Vermelha da IUCN.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Philaethria dido

Borboleta-dido

(Linnaeus, 1763)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma borboleta grande e magnífica, caracterizada por asas pretas alongadas e estreitas, brilhantemente incrustadas com painéis translúcidos de cor verde vibrante. O lado inferior espelha esse padrão com bordas marrom-acinzentadas.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Lepidoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Nymphalidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Philaethria
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Linnaeus, 1763)
Completude da Ficha
95%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Desconhecida

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita o dossel alto de florestas tropicais primárias e ambientes úmidos de planície, estendendo-se do México, passando pela América Central, até a Bacia Amazônica. Raramente desce das copas das árvores.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Diurna. Apresentam um voo planado rápido e poderoso bem acima das clareiras florestais. São planadoras excelentes que aproveitam as correntes de vento térmicas acima do dossel, descendo ao sub-bosque apenas no meio da manhã.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Voadoras solitárias que operam em baixa densidade no vasto teto florestal. Ao contrário de outros heliconíneos, são menos propensas a grandes poleiros comunais noturnos, preferindo descansar individualmente.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Adulto nectarívoro, lagarta herbívora (folívora).

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

As lagartas são herbívoras altamente especializadas, alimentando-se de trepadeiras florestais como Passiflora ambigua e Passiflora vitifolia. Os adultos alimentam-se de néctar no dossel. Altamente tóxicas para a maioria das aves.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

As fêmeas selecionam cuidadosamente grandes maracujazeiros localizados em frestas ensolaradas dentro do dossel alto, depositando ovos alongados individuais, esverdeados ou amarelados, nas folhas.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

7.5 - 9.5 cm

Peso (g)

0.25 g - 0.55 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.20 - 50
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

4 - 7 Dias

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

4 - 6

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 5 Meses
Fêmeas3 - 5 Meses

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Os painéis translúcidos verdes das asas filtram a luz solar perfeitamente, permitindo que a borboleta se misture à luz filtrada e às folhas verdes brilhantes do dossel florestal superior.
Como mímica da borboleta-malaquita (Siproeta stelenes), ela se beneficia de estratégias de evitação aposemática, enquanto produz suas próprias toxinas cianogênicas protetoras derivadas dos maracujazeiros.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Exploração madeireira extensiva e corte raso de dosséis de florestas tropicais primárias, eliminando seu habitat estrutural e rotas de voo de alta altitude.
A redução de lianas tropicais gigantes e maracujazeiros em florestas manejadas ou fragmentadas, restringindo locais adequados para a postura de ovos.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Apesar de passarem a maior parte de suas vidas voando fora de alcance no dossel alto, os machos ocasionalmente descem até os leitos dos rios para sugar a umidade rica em minerais da areia úmida.