Incilius periglenes
Sapo-dourado
Savage, 1966
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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Estável
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Não
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Endémico de uma região montanhosa tropical extremamente restrita, especificamente florestas nebulares anãs caracterizadas por alta humidade, névoa constante, musgos densos, fetos e epífitas.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Secretas e subterrâneas durante a maior parte do ano. Apenas emergiam durante o início da estação húmida da primavera para se reproduzirem em poças temporárias formadas pelas chuvas intensas e raízes das árvores.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Solitários durante mais de 90% do ano enquanto estavam debaixo da terra. Tornavam-se intensamente gregários e altamente competitivos exclusivamente durante as poucas semanas das assembleias explosivas de acasalamento.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Insetívoro terrestre do solo da floresta.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Como pequenos predadores, alimentavam-se de uma variedade de pequenos invertebrados do solo da floresta, incluindo insetos e aranhas. Eram presas de aves, répteis maiores e pequenos mamíferos da floresta.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Reprodutores sazonais explosivos. O acasalamento ocorria via amplexo em poças de chuva temporárias e pouco profundas. A competição era feroz devido ao excesso de machos, com disputas aleatórias pelas escassas fêmeas.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
3.9 - 5.6 cm
Peso (g)
8 g - 15 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
12 - 24 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
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