Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN ENUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Em Perigo — enfrenta risco muito alto de extinção se as ameaças não forem urgentemente tratadas.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Bolitoglossa epimela

Salamandra-escura

Wake and Brame, 1963

Textos detalhados Multi-idioma
Uma salamandra de tamanho moderado caracterizada por uma coloração de pele distintamente uniforme, escura, quase preta e membros relativamente longos.

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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Salamandra oscuraDark Salamander

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Caudata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Plethodontidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Bolitoglossa
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Wake and Brame, 1963
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Encontrada em florestas nubladas de alta altitude, principalmente associada a micro-habitats arbóreos como tapetes de musgo nas árvores.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Arbórea e noturna, ativa principalmente durante períodos de alta humidade ou chuva quando emerge para caçar.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Tipicamente solitária; as interações são principalmente limitadas a eventos de acasalamento ou disputas territoriais em micro-habitats limitados.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro arbóreo.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Come principalmente pequenos artrópodes encontrados em ramos cobertos de musgo, como ácaros e colêmbolos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Desenvolvimento direto; a fêmea guarda os ovos num local de nidificação terrestre ou arbóreo.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

4.0 - 7.0 cm

Peso (g)

1 g - 5 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.3 - 8
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

18 - 24 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

40 - 55

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 5 Anos
Fêmeas3 - 5 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são tipicamente menores e possuem glândulas mentais mais pronunciadas para a produção de feromonas.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são ligeiramente maiores, proporcionando uma maior área de superfície para a incubação de ovos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Cauda preênsil altamente eficaz e morfologia dos membros especializada para escalar em ambientes arbóreos complexos.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Severamente ameaçada pela perda de habitat devido à desflorestação e alta sensibilidade a fungos patogénicos como Batrachochytrium.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Apesar da sua aparência escura, desempenha um papel vital como predadora de pequenos insetos dentro da copa, ajudando a regular as populações de microfauna.