Costa Rica Species
Eunica monima
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN NEUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Não Avaliado — ainda não foi avaliado segundo os critérios da Lista Vermelha da IUCN.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Eunica monima

Eunica-morada

(Stoll, 1782)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma borboleta de tamanho pequeno a médio com asas roxo-acastanhadas escuras; os machos exibem frequentemente um brilho violeta iridescente baço sob iluminação específica.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Lepidoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Nymphalidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Eunica
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Stoll, 1782)
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Comumente encontrada em florestas tropicais, áreas arborizadas secas e margens, estendendo-se da Flórida e México através das Caraíbas até à América do Sul.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Diurna; frequentemente vista a visitar poças de lama ou a alimentar-se de frutas em fermentação.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

O comportamento social aumenta durante os eventos de consumo de sais.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Frugívoro/Saprófago.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Os adultos alimentam-se de seiva de árvores, frutas em fermentação e resíduos animais. As larvas são específicas para plantas Bursera.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Os ovos são postos nas folhas das árvores Bursera; as fêmeas procuram locais de crescimento adequados.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

4.0 - 5.5 cm

Peso (g)

0.2 g - 0.5 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.20 - 40
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

2 - 3 Semanas

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

7 - 10

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos2 - 4 Meses
Fêmeas2 - 4 Meses

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são ligeiramente mais pequenos e exibem um brilho azul-violeta distinto nas suas asas dorsais.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são maiores e carecem do brilho iridescente vívido visto nos machos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

O reverso das asas é salpicado de castanho e cinzento, proporcionando uma excelente cripsis contra a casca das árvores quando as asas estão fechadas.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Degradação do habitat e urbanização a afetar os corredores florestais locais.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

São altamente móveis e conhecidas por realizarem migrações em massa periódicas em certas partes da sua área de distribuição.