Costa Rica Species
Crotophaga sulcirostris
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Crotophaga sulcirostris

Anu-de-bico-estriado

Swainson, 1827

Textos detalhados Multi-idioma
Uma ave preta de aparência desajeitada, com uma cauda muito longa. Sua característica mais marcante é o bico maciço, alto e comprimido, com sulcos longitudinais distintos na mandíbula superior.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Cuculiformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Cuculidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Crotophaga
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Swainson, 1827
Completude da Ficha
95%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação chuvosa

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita áreas abertas, pastagens, campos agrícolas e bordas de estradas. Evita florestas densas e se beneficia da ação humana.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Aves muito sociáveis que vivem em grupos unidos. Voam de forma desajeitada e comunicam-se com chamados ásperos. Dormem muito juntos nos galhos.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Extremamente sociais. Os bandos forrageiam, limpam as penas uns dos outros e nidificam comunitariamente.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Insetívoro oportunista (gafanhotos e besouros). Adultos são caçados por gaviões; ovos são predados por cobras e macacos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Reprodução cooperativa. Várias fêmeas botam num ninho comunitário de gravetos. O bando inteiro ajuda a chocar e alimentar os filhotes.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

30.0 - 34.0 cm

Peso (g)

70 g - 90 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.3 - 15
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 24 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

13 - 15

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos4 - 8 Anos
Fêmeas4 - 8 Anos

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Segue grandes herbívoros (gado, cavalos) para capturar os insetos que são espantados quando os animais caminham pelo pasto.
Toma banhos de sol matinais com as asas totalmente abertas para se aquecer e secar o orvalho das penas.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Suscetível à intoxicação por agrotóxicos ao consumir insetos envenenados em pastagens e lavouras.
Alta mortalidade por atropelamento, pois cruzam estradas voando muito baixo e de forma desajeitada.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Apesar de ser visto sobre vacas, raramente come carrapatos. Usa o gado apenas para espantar gafanhotos na grama.
Guerra dos Ovos: Várias fêmeas botam no mesmo ninho, mas as dominantes frequentemente jogam fora os ovos das subordinadas para favorecer suas próprias crias.