Costa Rica Species
Lachesis stenophrys
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Lachesis stenophrys

Surucucu-da-América-Central

Cope, 1875

Textos detalhados Multi-idioma
A serpente venenosa mais longa das Américas, de corpo grosso com escamas muito rugosas e cor marrom claro.

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Gerardo Venegas

Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Cascabel mudaBushmasterPlato negro

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Reptilia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Squamata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Viperidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Lachesis
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Cope, 1875
Completude da Ficha
97%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação chuvosa

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas tropicais úmidas virgens, principalmente na vertente do Caribe.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Noturna e terrestre; usa seu grande tamanho e camuflagem para caçar mamíferos no chão da floresta.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária; requer grandes áreas de floresta inalterada para sobreviver.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Carnívora. Alimenta-se principalmente de roedores médios e marsupiais.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Predador de topo fundamental para o equilíbrio dos mamíferos da floresta.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Ovípara. Põe seus ovos em tocas de outros animais e às vezes a fêmea os protege.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

200.0 - 360.0 cm

Peso (g)

3.00 kg - 6.00 kg

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.10 - 18
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

4 - 6 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

75 - 90

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos12 - 20 Anos
Fêmeas12 - 20 Anos

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

A ponta da cauda vibra contra a serapilheira, produzindo um som semelhante ao de um guizo.
Escamas fortemente quilhadas que lhe dão uma textura rugosa única, semelhante a um abacaxi.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Destruição de habitat primário e fragmentação extrema das florestas.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

É uma serpente muito calma, mas seu veneno é injetado em grandes quantidades.
Ao contrário da maioria das víboras americanas, a Surucucu põe ovos em vez de dar à luz filhotes vivos.

Referências ExternasPublicações científicas, guias de campo e bases de dados que documentam esta espécie ou área.