Costa Rica Species
Nyctibius griseus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Nyctibius griseus

Urutau / Mãe-da-lua

(Gmelin, 1789)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma ave noturna de aparência bizarra e mestre da camuflagem. Sua plumagem cinza e marrom imita perfeitamente um tronco de árvore seca. Tem olhos enormes e uma boca gigantesca escondida por um bico minúsculo.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Nyctibiiformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Nyctibiidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Nyctibius
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Gmelin, 1789)
Completude da Ficha
95%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação seca

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Evita florestas densas e contínuas. Prefere bordas de mata, cerrados, clareiras e fazendas com árvores secas onde possa se camuflar.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Passa o dia estático, confiando cegamente em sua camuflagem. À noite, caça insetos em voos curtos, saindo e retornando ao mesmo galho (poleiro de caça).

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Ave estritamente solitária. Encontrada em casais apenas na época de acasalamento e cuidado com o filhote.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro aéreo noturno.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Insetívoro aéreo noturno (grandes besouros e mariposas). Devido à camuflagem, os adultos quase não têm predadores, mas o ovo pode ser comido por macacos e tucanos.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Não constroem ninho. Põem um único ovo numa depressão ou ponta de galho quebrado. Macho e fêmea se revezam na incubação, camuflando o ovo com o próprio corpo.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

33.0 - 38.0 cm

Peso (g)

145 g - 190 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.1 - 1
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 24 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

33

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos10 - 15 Anos
Fêmeas10 - 15 Anos

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Camuflagem de tronco: estica o corpo verticalmente num galho seco e aponta o bico para cima, tornando-se indistinguível da madeira.
Pálpebras mágicas: possui pequenas fendas nas pálpebras que permitem observar o ambiente mesmo com os olhos fechados, mantendo a camuflagem.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perseguição por superstição: seu canto triste e aparência bizarra fazem com que muitos o considerem sinal de mau agouro ou 'bruxa', sendo morto a pedradas.
A remoção de árvores secas e troncos mortos nas propriedades rurais destrói os únicos locais onde pode se camuflar e nidificar.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

O canto da Mãe-da-lua é um assobio descendente e muito triste, origem da lenda guarani de que seria uma jovem chorando seu amor perdido.
Apesar do bico minúsculo, sua boca abre-se de forma assustadoramente larga, como uma rede para engolir grandes mariposas e besouros em voo.