Costa Rica Species
Junonia evarete
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN NEUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Não Avaliado — ainda não foi avaliado segundo os critérios da Lista Vermelha da IUCN.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Junonia evarete

Olho-de-pavão-tropical

(Cramer, 1779)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma borboleta de médio porte com asas castanho-escuras decoradas com grandes e marcantes ocelos orlados de laranja e amarelo. As asas anteriores exibem círculos concêntricos escuros e barras creme-pálido, enquanto as asas posteriores apresentam dois grandes ocelos distintos.

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Última modificação por

Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Lepidoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Nymphalidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Junonia
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Cramer, 1779)
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Comumente encontrada em planícies tropicais e subtropicais abertas e perturbadas, incluindo manguezais costeiros, dunas de areia, campos, pastagens, jardins e ao longo de caminhos ensolarados.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Estritamente diurnas. Voam rapidamente perto do substrato, pousando frequentemente em solo nu, areia ou rochas baixas para tomar sol com as asas estendidas horizontalmente para absorver o calor.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitárias. Os indivíduos mantêm áreas distintas de alimentação e poleiro. Embora várias borboletas possam utilizar a mesma fonte de néctar, não se agrupam nem coordenam comportamientos.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Herbívoro (Folívoro como larva, Nectarívoro como adulto).

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

As larvas alimentam-se de plantas hospedeiras de famílias como Verbenaceae, Acanthaceae e Plantaginaceae. Os adultos alimentam-se intensamente de néctar de flores silvestres rasteiras. São presas de aves, lagartos, louva-a-deus e aranhas tecedeiras.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Os machos patrulham caminhos abertos ou pousam no solo nu durante as horas do meio-dia, esperando alertas para perseguir as fêmeas recetivas. As fêmeas recetivas acasalam e depois põem ovos verdes individuais sob as folhas.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

4.5 - 6.5 cm

Peso (g)

0.1 g - 0.4 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.15 - 80
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

1 - 2 Dias

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

3 - 6

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos2 - 4 Semanas
Fêmeas2 - 4 Semanas

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são menores em média, apresentando contornos de asas mais nítidos, escamas refletoras azuis ligeiramente mais intensas perto dos ocelos posteriores e um comportamento de patrulhamento ativo.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas possuem uma envergadura maior com perfis de asas notavelmente arredondados, coloração de base mais fosca e perfis abdominais maiores e mais grossos, otimizados para carregar ovos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

O lado ventral das asas é castanho-fosco e tem um padrão críptico, imitando folhas secas quando a borboleta repousa com as asas fechadas para se esconder dos predadores.
Os adultos possuem comportamentos de voo fortes e erráticos que tornam difícil para as aves insetívoras e libélulas segui-los e capturá-los no ar.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Destruição do habitat impulsionada pelo desenvolvimento imobiliário costeiro e pelo uso generalizado de inseticidas químicos de amplo espectro na jardinagem urbana.
Remoção de fontes de néctar silvestres e plantas hospedeiras herbáceas, como as espécies de Stachytarpheta e Avicennia, que frequentemente são classificadas como ervas daninhas indesejáveis.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

As lagartas pretas são solitárias e cobertas de tubérculos azul ou púrpura metálico com espinhos afiados e ramificados que afastam os predadores famintos.