
Terminalia amazonia
Mirindiba
(J.F.Gmel.) Exell, 1935
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Em declínio
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
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Hábito de CrescimentoForma e estrutura física da planta: árvore, arbusto, erva, trepadeira, epífita, aquática, etc.
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Tipo de FolhaCaracterísticas da folha: caduca (queda sazonal), perenifólia, simples, composta, acicular, etc.
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Época de FloraçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
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Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
É uma árvore sumamente versátil que prospera tanto em florestas primárias inalteradas como em áreas de floresta secundária avançada. Atinge o seu máximo desenvolvimento nas florestas húmidas e muito húmidas das terras baixas tropicais, tipicamente desde o nível do mar até aos 1.200 metros de elevação. Possui uma notável tolerância a diferentes tipos de solos, crescendo vigorosamente tanto em encostas bem drenadas e escarpadas como em vales com solos argilosos pesados e ocasionalmente alagados. Na Costa Rica, faz parte do estrato dominante superior em vastas áreas do Pacífico Sul, da Zona Norte e das Caraíbas.Necessidades de Luz/ÁguaIntensidade de luz solar e níveis de humidade de que esta planta necessita para crescer e reproduzir-se. Multi-idioma
Informação não disponível em Português. Ajude-nos a completar esta ficha!ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
A fenologia do Amarillón é um evento de reajuste do ecossistema. Durante a crua estação seca (fevereiro a maio), esta árvore emergente deita fora as suas velhas folhas avermelhadas por um curto período (tornando-se semi-caducifólia) como estratégia de poupança hídrica. Exatamente nesse instante de nudez, a árvore estala em inflorescências amarelas que cobrem a copa por completo, produzindo um festim repentino de néctar na época de maior fome da floresta para os insetos voadores. Mal termina a floração, as suas sâmaras aladas de cinco pontas são libertadas precisamente nos meses de vento mais intenso do ano (os 'ventos alísios'), garantindo que caiam sobre terrenos desflorestados longínquos prontas para germinar com o estalar das chuvas de maio.Toxicidade / UsosCompostos tóxicos presentes e efeitos documentados em humanos ou outros organismos. Multi-idioma
Informação não disponível em Português. Ajude-nos a completar esta ficha!Medidas Físicas
Comprimento (cm)
2000.0 - 5000.0 cm
