Costa Rica Species
Peropteryx macrotis
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Peropteryx macrotis

Morcego-de-saco-perruno

(Wagner, 1843)

Textos detalhados Multi-idioma
Um pequeno morcego com focinho semelhante ao de um cão, reconhecível pelos sacos glandulares nas membranas das suas asas.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Mammalia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Chiroptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Emballonuridae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Peropteryx
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Wagner, 1843)
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas tropicais de baixa altitude, refugiando-se frequentemente em grutas, fendas rochosas ou árvores ocas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Noturno, insetívoro e relativamente tímido ao descansar.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Formam pequenos grupos de harém ou indivíduos solitários.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Insetívoro aéreo.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Alimenta-se principalmente de pequenos insetos voadores capturados em voo.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Sistema de acasalamento polígino; machos territoriais defendem os locais de repouso.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

4.0 - 6.0 cm

Peso (g)

5 g - 10 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.1 - 1
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

6 - 8 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

3 - 4

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 3 Anos
Fêmeas1 - 3 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são ligeiramente maiores e possuem sacos glandulares visíveis nas membranas das asas.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são menores e não possuem os sacos alares desenvolvidos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Os sacos glandulares alares nos machos produzem aromas usados na sinalização social e para atrair fêmeas.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perturbação dos locais de repouso e perda de áreas florestais de forrageamento.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

São conhecidos pela sua postura de repouso distinta, pendurando-se frequentemente de forma individual em vez de grandes grupos densos.