Costa Rica Species
Morpho cypris
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Morpho cypris

Morpho-brilhante

Westwood, 1851

Textos detalhados Multi-idioma
Uma borboleta espetacular conhecida pela brilhante coloração azul metálica iridescente das asas do macho, contrastada por uma faixa central branca.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Lepidoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Nymphalidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Morpho
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Westwood, 1851
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas tropicais da América Central e do Sul, tipicamente encontrada na copa das árvores ou ao longo das bordas das florestas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Os adultos alimentam-se principalmente de sucos de frutas fermentadas e seiva de árvores, raramente visitando flores.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Geralmente solitários, embora os machos possam ser territoriais em relação a locais de alimentação privilegiados.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Frugívoro (adultos).

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

As larvas alimentam-se de plantas hospedeiras específicas, enquanto os adultos são especialistas em fluidos ricos em nutrientes, como frutas fermentadas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

O acasalamento envolve exibições de voo elaboradas; os ovos são depositados individualmente nas plantas hospedeiras.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

7.0 - 10.0 cm

Peso (g)

1 g - 5 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.50 - 200
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

--

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

7 - 14

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 3 Meses
Fêmeas1 - 3 Meses

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são de um azul iridescente brilhante com uma faixa branca distinta; menores em tamanho do que as fêmeas.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são maiores, tipicamente castanhas ou de cores suaves com manchas cor de laranja e menos iridescência.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

A coloração estrutural nas asas usa escamas microscópicas para refletir a luz, criando o intenso brilho azul que ajuda a confundir os predadores.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Ameaçada pela destruição do habitat devido ao desmatamento e à coleta ilegal para o comércio de espécimes preservados.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

As borboletas Morpho são conhecidas por serem altamente sensíveis a vibrações no ar, o que as ajuda a detetar predadores que se aproximam.