Costa Rica Species
Sylvilagus brasiliensis
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN ENUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Em Perigo — enfrenta risco muito alto de extinção se as ameaças não forem urgentemente tratadas.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Sylvilagus brasiliensis

Tapiti

(Linnaeus, 1758)

Textos detalhados Multi-idioma
O tapiti (Sylvilagus brasiliensis) é um pequeno lagomorfo adaptado à vida na floresta. Possui orelhas curtas e uma cauda minúscula sem a cor branca típica de outros coelhos. Sua pelagem escura ajuda na camuflagem na mata densa.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Mammalia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Lagomorpha
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Leporidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Sylvilagus
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Linnaeus, 1758)
Completude da Ficha
85%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Espécie florestal que habita florestas primárias e secundárias, pântanos e matas ciliares, evitando áreas abertas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Noturno e solitário, alimenta-se de folhas, brotos e cascas. É uma presa chave para muitos predadores florestais.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Estritamente solitário.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Herbívoro.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Presa fundamental para jaguatiricas, jiboias, iraras e corujas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Reproduz-se o ano todo com ninhadas pequenas (1-2 filhotes). A fêmea faz um ninho escondido na vegetação rasteira.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

30.0 - 42.0 cm

Peso (g)

800 g - 1.20 kg

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.1 - 3
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

5 - 6 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

28 - 30

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos2 - 5 Anos
Fêmeas2 - 5 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

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Fêmeas Multi-idioma

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Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Orelhas e pernas curtas para se mover facilmente em vegetação muito densa sem se enroscar.
Estratégia de congelamento (ficar imóvel) para passar despercebido por predadores.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Predação por cães e gatos ferais em áreas fragmentadas.
Perda de habitat devido ao desmatamento e à agricultura.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

É um excelente nadador que frequentemente entra na água para escapar de predadores.
Não cava tocas próprias; utiliza abrigos naturais ou tocas abandonadas por outros animais.