
Sceloporus malachiticus
Lagartixa-espinhosa-verde
Cope, 1864
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Estável
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
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Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Insetívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Habita principalmente florestas nubladas e zonas de terras altas, desde os 1000 até aos 3000 metros acima do nível do mar. Prefere margens de floresta, clareiras, cercas vivas e zonas rochosas onde possa encontrar luz solar direta suficiente para termorregular.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Réptil principalmente diurno. Passa grande parte do seu dia sobre troncos de árvores, rochas ou edifícios, patrulhando e termorregulando. É um animal muito ativo e territorial, capaz de realizar exibições rítmicas de flexões (push-ups) para comunicar a sua presença. É notavelmente resistente às temperaturas frescas das terras altas, o que lhe permite permanecer ativo quando outros répteis se escondem.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Animal solitário e territorial. Durante a época reprodutiva, os encontros entre indivíduos são mais frequentes e costumam envolver interações agressivas entre machos que competem pelo controlo de áreas ensolaradas e grupos de fêmeas.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Insetívoro generalista. Consome uma grande variedade de artrópodes, incluindo escaravelhos, moscas, traças, aranhas e formigas. A sua técnica de caça é ativa: observa a partir de um ponto elevado e lança-se rapidamente sobre qualquer presa que deteta no solo ou na vegetação próxima.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Funciona como um predador chave de invertebrados nos ecossistemas de altitude, mantendo sob controlo as populações de insetos voadores e terrestres. É presa de diversas aves de rapina de montanha, serpentes predadoras e pequenos mamíferos, agindo como um intermediário na rede trófica entre os artrópodes e os predadores superiores.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Espécie vivípara. A fêmea retém os embriões em desenvolvimento dentro do seu corpo até estarem completamente formados. Ao dar à luz, as crias são independentes e devem procurar alimento e refúgio imediatamente. Esta estratégia reprodutiva permite uma maior sobrevivência em climas frios.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
15.0 - 22.0 cm
Peso (g)
10 g - 25 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
1 - 2 Anos
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
3 - 4
