Costa Rica Species
Megasoma elephas
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Megasoma elephas

Escaravelho-elefante

Fabricius, 1775

Textos detalhados Multi-idioma
Um escaravelho de dimensões colossais, coberto por uma fina camada de pelos amarelados que lhe conferem um aspeto aveludado. O macho distingue-se por um grande corno cefálico bifurcado que utiliza para combater por território e acesso às fêmeas, enquanto a fêmea carece destes apêndices, sendo mais robusta mas menos ornamentada.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Coleoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Scarabaeidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Megasoma
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Fabricius, 1775
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Encontra-se nas terras baixas e florestas tropicais húmidas, onde árvores de crescimento rápido e zonas com abundante matéria orgânica em decomposição permitem o desenvolvimento das suas larvas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Principalmente noturno, atraído por luzes artificiais. Durante o dia permanecem escondidos na serapilheira.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Geralmente solitária, exceto na época de acasalamento ou competição por alimento.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Frugívoro e saproxilófago (alimenta-se de seiva).

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Consumidor de seiva e matéria vegetal morta. É um reciclador chave de nutrientes nos ecossistemas florestais.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Os machos estabelecem combates pelo controlo de territórios nos troncos.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

10.0 - 15.0 cm

Peso (g)

40 g - 90 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.30 - 80
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

1 - 2 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

2 - 4

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 2 Anos
Fêmeas1 - 2 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Corno torácico e cefálico muito desenvolvido.

Fêmeas Multi-idioma

Sem cornos, corpo mais robusto.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Força estrutural: As suas patas estão adaptadas com garras potentes para escavar e agarrar-se à casca das árvores enquanto se alimentam da seiva.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Fragmentação da floresta: A eliminação de árvores maduras limita as fontes de seiva e os locais de nidificação necessários para o ciclo de vida da espécie.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Desenvolvimento larval prolongado: As larvas vivem até três anos dentro de troncos podres, onde se alimentam de madeira em decomposição antes de pupar.