
Monstera deliciosa
Costela-de-adão
Liebm., 1849
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Estável
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
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Hábito de CrescimentoForma e estrutura física da planta: árvore, arbusto, erva, trepadeira, epífita, aquática, etc.
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Tipo de FolhaCaracterísticas da folha: caduca (queda sazonal), perenifólia, simples, composta, acicular, etc.
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Época de FloraçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
É um habitante clássico das florestas tropicais húmidas e muito húmidas, assim como das florestas premontanas e nubladas, prosperando em elevações desde o nível do mar até aos 1.500 metros. Começa a sua vida na escura serapilheira do chão da floresta (sub-bosque), mas o seu objetivo é trepar pelos troncos das grandes árvores emergentes para alcançar a luz filtrada dos estratos médios e superiores do dossel. Prefere ambientes com uma humidade ambiental altíssima (superior a 80%) e temperaturas quentes constantes. Adaptou-se de forma excecional à vida em interiores e jardins urbanos em todo o mundo devido à sua notável tolerância à pouca iluminação.Necessidades de Luz/ÁguaIntensidade de luz solar e níveis de humidade de que esta planta necessita para crescer e reproduzir-se. Multi-idioma
Informação não disponível em Português. Ajude-nos a completar esta ficha!ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Esta planta possui um comportamento trepador agressivo. Ao ancorar-se fortemente com raízes curtas à casca de grandes árvores como sumaúmas, figueiras ou guanacastes, a liana engrossa o seu caule (alcançando a espessura do braço de um humano) e escala inexoravelmente para cima procurando apanhar a humidade condensada das nuvens e a luz. Durante o processo, deixa cair dezenas de raízes aéreas que descem em linha reta como grossos cabos até ao chão da floresta para transportar água e nutrientes vitais. Não é parasitária (não rouba seiva da árvore hospedeira). A nível ecológico, o emaranhado das suas imensas folhas e raízes nos troncos das árvores cria microhabitats pendentes essenciais para que pequenas aves, rãs arborícolas e insetos nidifiquem na floresta nublada.Toxicidade / UsosCompostos tóxicos presentes e efeitos documentados em humanos ou outros organismos. Multi-idioma
Informação não disponível em Português. Ajude-nos a completar esta ficha!Medidas Físicas
Comprimento (cm)
200.0 - 2000.0 cm
