Costa Rica Species
Micrurus mosquitensis
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Micrurus mosquitensis

Cobra-coral-da-Costa-dos-Mosquitos

Schmidt, 1933

Textos detalhados Multi-idioma
Uma serpente venenosa e esguia que apresenta o padrão clássico das serpentes-corais com anéis pretos, vermelhos e amarelos/brancos que circundam o corpo. Tem uma cabeça relativamente pequena e um focinho rombudo.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Reptilia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Squamata
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Elapidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Micrurus
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Schmidt, 1933
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas tropicais húmidas de terras baixas, frequentemente associada a serapilheira húmida, troncos em decomposição e vegetação densa e sombreada.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Principalmente crepuscular a noturna e reservada. Frequentemente encontrada sob detritos, serapilheira ou debaixo do solo.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária, interação social mínima.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Ofiófago e predador generalista.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Alimenta-se de outras serpentes, lagartos e ocasionalmente pequenos roedores. É presa de aves e mamíferos especializados em comer serpentes.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Ovíparo; deposita ovos em locais de nidificação húmidos e protegidos.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

60.0 - 95.0 cm

Peso (g)

20 g - 70 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.3 - 8
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

18 - 30 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

45 - 80

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos4 - 10 Anos
Fêmeas5 - 12 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são tipicamente mais pequenos e têm caudas mais longas e esguias.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são tipicamente maiores e mais robustas, facilitando a produção de ovos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Possui um veneno neurotóxico potente, típico de elapídeos, e um comportamento secreto influenciado por hábitos fossoriais que lhe permite navegar em ambientes densos do chão da floresta.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Ameaçada pela desflorestação e pela destruição dos seus microhabitats húmidos específicos no chão da floresta.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Como outras serpentes-corais, o seu veneno atua sobre o sistema nervoso, mas é geralmente uma serpente tímida que só morderá se provocada ou manuseada.