Costa Rica Species
Apis mellifera
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN DDUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Dados Insuficientes — não há dados suficientes para avaliar o risco de extinção de forma confiável.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Apis mellifera

Abelha-europeia

Linnaeus, 1758

Textos detalhados Multi-idioma
Um inseto eusocial altamente reconhecível com um abdômen listrado de preto e amarelo-âmbar, uma camada densa de pelos finos no tórax, estruturas especializadas para coletar pólen nas patas traseiras e um ferrão funcional com farpas.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Hymenoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Apidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Apis
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Linnaeus, 1758
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Introduzida

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Desconhecida

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Extremamente adaptável, ocupa prados, florestas abertas, campos agrícolas e áreas urbanas em todo o mundo. Os nidos selvagens estabelecem-se dentro de cavidades protegidas como árvores ocas, fendas de rochas e colmeias artificiais.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Coletoras sociais estritamente diurnas. As operárias dividem as tarefas internas da colmeia por idade, passando da limpeza e nutrição para a construção de cera e coleta externa de recursos.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Exibem uma eusocialidade complexa extrema. Vivem em colônias altamente organizadas de 20.000 a mais de 60.000 indivíduos estruturados sob castas de uma rainha, operárias e zangões sazonais.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Herbívoro obrigado diurno/nectarívoro/palinívoro.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Consomem néctar para energia e pólen para proteínas, atuando como polinizadores generalistas globais de plantas. São predadas ativamente por aves insetívoras, ursos, gambás e vespas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

A reprodução ocorre por meio da enxameação, quando a rainha-mãe deixa a colmeia com metade das operárias. As rainhas virgens realizam acasalamentos aéreos em áreas de congregação de zangões.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

1.1 - 2.0 cm

Peso (g)

0.09 g - 0.3 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.10000 - 50000
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 14 Dias

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

3

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 2 Meses
Fêmeas1 - 60 Meses

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os zangões (machos) são estruturalmente maiores e mais robustos que as operárias, apresentando enormes olhos compostos contíguos adaptados para rastreamento de voo e ausência total de ferrão.

Fêmeas Multi-idioma

As operárias são menores e possuem corbículas funcionais. As rainhas são excepcionalmente alongadas com abdômens lisos altamente estendidos, livres de cestas de pólen, especializadas na postura contínua de ovos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Possuem olhos compostos complexos e capacidades especializadas de visão ultravioleta que lhes permitem detectar padrões de néctar complexos nas flores que são invisíveis para os humanos.
O desenvolvimento evolutivo de ferrões com farpas conectados diretamente a sacos de veneno otimiza a defesa estrutural contra intrusos no ninho, sacrificando o indivíduo pelo bem da colmeia.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Exposição generalizada a pesticidas químicos agrícolas sistêmicos e agressivos, particularmente neonicotinoides, causando desorientação química aguda e a síndrome do colapso das colônias.
Altas taxas de mortalidade causadas por parásitas biológicos invasivos, principalmente ácaros Varroa destructor, que transmitem vírus letais através dos ciclos de desenvolvimento das crias.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Realizam uma complexa comunicação coreográfica aerodinâmica conhecida como a 'dança do requebrado' para mapear e comunicar rotas de voo geométricas precisas para ricas áreas de coleta.