Costa Rica Species
Heteromys desmarestianus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Heteromys desmarestianus

Rato-espinhoso

Gray, 1868

Textos detalhados Multi-idioma
Pequeno roedor florestal com pelos rígidos e espinhosos no dorso escuro e ventre branco. Possui bolsas externas nas bochechas para transportar grandes quantidades de sementes.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Mammalia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Rodentia
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Heteromyidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Heteromys
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Gray, 1868
Completude da Ficha
95%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita o chão de florestas úmidas e matas de neblina. Prefere áreas com muita serapilheira e troncos caídos, evitando áreas abertas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Noturno e solitário, corre pelo chão da floresta recolhendo e enterrando sementes e coquinhos de palmeiras. Defende seus estoques agressivamente.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Estritamente solitário e territorial. Evita o contato e luta violentamente por estoques de sementes.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Granívoro / Frugívoro.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Granívoro dispersor. Presa fundamental para jararacas, corujas, ocelotes, gatos-maracajá e pequenos predadores.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Reproduz-se o ano todo, mas com picos nas épocas de mais sementes. Gestação de 28 dias; nascem de 2 a 5 filhotes sem espinhos.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

12.0 - 16.0 cm

Peso (g)

50 g - 85 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 5
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

3 - 6 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

27 - 28

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 3 Anos
Fêmeas1 - 3 Anos

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Bolsas nas bochechas que se abrem por fora da boca, forradas com pelos, usadas para carregar sementes secas com segurança.
Pelagem espinhosa no dorso que dificulta a pegada de predadores como cobras e repele a umidade do chão da floresta.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Extremamente sensível à fragmentação florestal, que seca a serapilheira de que dependem.
Forte pressão de caça por gatos domésticos perto de áreas rurais.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Jardineiros da floresta: enterram milhares de sementes como reserva, muitas das quais germinam e renovam a mata.
Pode encher as bolsas das bochechas com tantas sementes que seu rosto se deforma, carregando muito peso.