Costa Rica Species
Urobatis maculatus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Urobatis maculatus

Raia-redonda-manchada

(Garman, 1913)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma raia pequena de corpo circular com uma cauda distinta que apresenta uma barbatana terminal e um ferrão venenoso. A superfície dorsal é tipicamente coberta com manchas escuras proeminentes sobre um fundo mais claro.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Chondrichthyes
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Myliobatiformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Urotrygonidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Urobatis
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Garman, 1913)
Completude da Ficha
83%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Desconhecida

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Prefere áreas costeiras rasas com fundos arenosos ou lodosos, frequentemente encontrada em estuários ou perto de recifes onde se camufla no substrato.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Noturna e forrageadora ativa; passa a maior parte das horas do dia enterrada para evitar predadores e minimizar o gasto energético.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Tipicamente solitária.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Predador bentónico.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Alimenta-se de pequenos crustáceos, moluscos e vermes poliquetas encontrados no sedimento.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Ovovivípara; as fêmeas dão à luz crias vivas que se desenvolvem a partir de ovos internos.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

20.0 - 45.0 cm

Peso (g)

200 g - 1.50 kg

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.2 - 6
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

2 - 3 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

3 - 4

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos3 - 5 Anos
Fêmeas4 - 7 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são menores e têm clásperes pélvicos distintos.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são maiores e mais largas ao longo do disco, acomodando os seus embriões.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Possui um ferrão caudal venenoso defensivo que usa se se sentir ameaçada; a cauda também inclui uma barbatana caudal bem desenvolvida para estabilidade.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Ameaças limitadas devido ao seu pequeno tamanho, embora seja sensível à degradação do habitat em áreas de berçário costeiras rasas.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Tal como outras raias da sua família, enterra-se frequentemente quase por completo na areia, deixando apenas expostos os olhos e espiráculos.