Costa Rica Species
Pristimantis altae
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Pristimantis altae

Rã-da-chuva-de-Alta

(Dunn, 1942)

Textos detalhados Multi-idioma
Uma rã arborícola muito pequena e esguia, caraterizada por discos adesivos largos e bem desenvolvidos nos dedos das mãos e dos pés. A pele dorsal é finamente granulada, com uma coloração variável que vai do castanho-amarelado ao castanho-avermelhado, frequentemente exibindo manchas escuras. É facilmente reconhecida pelo tamanho diminuto e olhos grandes e salientes de cor cobre dourado.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Strabomantidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Pristimantis
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Dunn, 1942)
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Desconhecida

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação chuvosa

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Carnívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita principalmente florestas húmidas pré-montanas e montanas baixas, tipicamente em altitudes entre 500 e 1.300 metros. Depende estritamente de florestas de nevoeiro prístinas e florestas primárias muito húmidas, onde utiliza a vegetação do sub-bosque inferior, caules cobertos de musgo e folhas largas.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Uma espécie noturna e maioritariamente arborícola. Durante o dia, refugia-se en microhabitats húmidos, como as axilas apertadas de bromélias ou musgo húmido. À noite, surge em poleiros ativos em arbustos baixos e fetos para cantar e caçar insetos.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Principalmente solitária. O comportamento social restringe-se aos meses de reprodução, quando os machos adultos territoriais vocalizam com cliques ou chilreios suaves a partir de poleiros elevados para anunciar a sua localização a rivais e fêmeas.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Micro-insetívoro arborícola e especialista em pequenos artrópodes.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Atua como um micro-predador oportunista no ecossistema do sub-bosque, consumindo pequenos invertebrados terrestres e voadores, como ácaros, colêmbolos, moscas e pequenos escaravelhos. É presa de invertebrados predadores, aves noturnas e pequenas cobras arborícolas.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Realiza reprodução terrestre com desenvolvimento direto. A fêmea deposita uma pequena postura de ovos não pigmentados em microssítios húmidos, como aglomerados de musgo ou axilas de folhas acima do solo, omitindo totalmente a fase larvar aquática.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

1.8 - 2.8 cm

Peso (g)

1 g - 3.5 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.12 - 26
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

8 - 12 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

30 - 45

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos2 - 4 Anos
Fêmeas2 - 5 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são menores e mais esguios, atingindo um comprimento médio de cerca de 1,8 a 2,2 cm. Possuem sacos vocais subgulares utilizados para emitir cantos de anúncio durante os períodos de acasalamento.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas são moderadamente maiores e mais robustas, crescendo até 2,8 cm de comprimento. Não possuem estruturas vocais e exibem uma área abdominal mais larga quando carregam ovos desenvolvidos.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Possui almofadas digitais adesivas expandidas altamente especializadas que maximizam o contacto superficial, permitindo uma escalada segura e estabilidade vertical em folhas tropicais escorregadias e encharcadas pela chuva.
Os padrões crípticos da sua pele dorsal em tons castanhos e esverdeados misturam-se perfeitamente com a vegetação epífita, líquenes e folhagem húmida, tornando-a virtualmente invisível para predadores arbóreos.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Perda dos microclimas locais da floresta de nevoeiro impulsionada pelo aquecimento global e desflorestação, o que eleva a base das nuvens e seca a humidade essencial do seu habitat de altitude.
Suscetibilidade à fragmentação estrutural do habitat devido à construção de estradas de montanha, expansão agrícola em pequena escala e potencial impacto de patógenos fúngicos como a quitridiomicose.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Como outros membros do seu género, esta espécie ignora completamente a fase aquática tradicional de girino, pondo ovos que sofrem desenvolvimento direto em minúsculas rãs totalmente formadas.