
Basiliscus vittatus
Basilisco-marrom
Wiegmann, 1828
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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Estável
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Nativo do México, América Central e noroeste da Colômbia, e introduzido na Flórida. É semiaquático e habita principalmente a vegetação densa que margeia rios, riachos, lagos e lagoas costeiras em florestas tropicais húmidas e ambientes de galeria.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Diurno e altamente alerta. Passa grande parte do dia a apanhar sol em ramos suspensos sobre a água para regular a temperatura corporal. Quando assustado, deja-se cair na água e corre bipedalmente pela superfície para alcançar vegetação densa, ou mergulha para se esconder no fundo lamacento.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Solitário e territorial, especialmente os machos adultos que defendem vigorosamente los poleiros ideais para apanhar sol e os limites territoriales de machos rivais usando exibições de aceno de cabeça e combate físico.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
INSETÍVORODetalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Principalmente insetívoro, alimenta-se de uma ampla gama de insetos terrestres e aquáticos, aranhas e pequenos invertebrados, consumindo ocasionalmente pequenos peixes, rãs ou frutos caídos. É predado por aves de rapina, grandes cobras, coatis e crocodilianos.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Ovíparo. O cortejo envolve sequências distintas de aceno de cabeça do macho para atrair fêmeas recetivas. As fêmeas põem múltiplas ninhadas por ano contendo de 3 a 12 ovos, enterrando-os em câmaras de areia húmida ou solo solto perto das margens da água, não fornecendo cuidados parentais após a disposição dos ovos.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
45.0 - 61.0 cm
Peso (g)
90 g - 170 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
1 - 1.5 Anos
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
50 - 60
Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.
Machos Multi-idioma
Fêmeas Multi-idioma
Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma
Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma
Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma
Galeria de ImagensFotografias desta espécie ou habitat no seu ambiente natural.


