Bolitoglossa cerroensis
Salamandra-do-Cerro-de-la-Muerte
(Taylor, 1954)
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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Estável
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Habita florestas de carvalho de alta altitude, florestas nubladas e zonas de páramo; frequentemente encontrada em musgo e sob troncos ou pedras.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Espécie noturna e críptica. Permanece inativa em fendas do solo ou sob abrigo durante os períodos secos.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Solitária; os indivíduos ocupam tipicamente territórios estáveis dentro de micro-habitats favoráveis.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Insetívoro/generalista noturno.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
A sua dieta inclui pequenos invertebrados como formigas, ácaros e colêmbolos.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
Desenvolvimento direto; a fêmea incuba os ovos num ninho terrestre até que os juvenis emerjam.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
4.0 - 7.0 cm
Peso (g)
1 g - 5 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
18 - 24 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
40 - 55
