Costa Rica Species
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN NEUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Não Avaliado — ainda não foi avaliado segundo os critérios da Lista Vermelha da IUCN.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Melipona costaricensis

Abelha-sem-ferrão-da-Costa-Rica

Cockerell, 1919

Textos detalhados Multi-idioma
Uma abelha eusocial sem ferrão de tamanho médio, caracterizada pelo seu corpo robusto e ligeiramente peludo, abdômen escuro com faixas transversais claras distintas e um ferrão completamente vestigial e não funcional.

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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.

Jicote barcinoAbeja sin aguijón de Costa RicaCosta Rican stingless bee

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Arthropoda
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Insecta
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Hymenoptera
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Apidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Melipona
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Cockerell, 1919
Completude da Ficha
94%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Herbívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita florestas tropicais úmidas primárias e secundárias bem preservadas, estendendo-se desde as terras baixas até áreas prémontanas por volta de 1400 metros. Aninham exclusivamente dentro de árvores ocas e cavidades de troncos.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Estritamente diurnas e ativas. As operárias partem ao amanhecer para coletar pólen e néctar, dependendo fortemente de vibrações alares vocalizadas de baixa frequência (sons acústicos) dentro da colmeia para comunicar a distância exata e a qualidade das fontes de alimento às companheiras.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Organismos altamente sociais e eusociais avançados. As colônias son estruturas permanentes de longo prazo que mantêm uma divisão de trabalho altamente organizada, dividida estritamente entre as castas de operárias, machos e uma única rainha reprodutiva.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Herbívoro obrigado diurno/nectarívoro/palinívoro.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

A dieta consiste inteiramente de néctar e pólen de diversa flora tropical nativa. Atuam como polinizadores primários essenciais e são presas de aves especializadas, tamanduás, aranhas e lagartos oportunistas maiores.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

As novas colônias são fundadas por meio de um processo de enxameação progressiva, onde as operárias transferem recursos para um novo local antes que uma rainha virgem chegue para realizar um único voo nupcial em grande altitude com múltiplos machos agregados ao ar livre.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

0.9 - 1.2 cm

Peso (g)

0.06 g - 0.11 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.500 - 1000
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

10 - 15 Dias

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

4 - 5

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos1 - 2 Meses
Fêmeas1 - 3 Meses

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos (zangões) possuem olhos compostos notavelmente maiores, uma região torácica alargada e carecem tanto de corbículas (cestas coletoras de pólen) como de glândulas de cera especializadas em seus corpos.

Fêmeas Multi-idioma

As operárias possuem corbículas funcionais nas patas traseiras. As rainhas apresentam um abdômen significativamente aumentado e distendido (fisiogastria) que restringe severamente o voo após o acasalamento.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Possuem ferrões vestigiais que são estruturalmente reduzidos e totalmente não funcionais, direcionando seu foco evolutivo para defesas químicas ou modificadas coordenadas pela colônia.
Constroem tubos de entrada estreitos e localizados na colmeia usando uma mistura de lama, cera e resinas que permite a passagem de apenas um indivíduo por vez, facilitando a defesa da colônia.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

A perda severa e a fragmentação do habitat devido ao desmatamento limitam a disponibilidade de árvores velhas e ocas para nidificação, vitais para a sobrevivência a longo prazo da colônia.
Extrema vulnerabilidade a pesticidas agrícolas de amplo espectro e a infestações parasitárias por moscas forídeas (Pseudohypocera kerteszi) em ambientes perturbados.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

Em vez de favos horizontais hexagonais, constroem estruturas de armazenamento orgânicas exclusivas chamadas 'potes' ou vacúolos feitos de cerúmen para separar e armazenar o mel e o pólen na colmeia.