Melipona costaricensis
Abelha-sem-ferrão-da-Costa-Rica
Cockerell, 1919
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Outros nomesNomes regionais e multilíngues usados para esta espécie em diferentes países e idiomas.
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Em declínio
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Ano todo
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Herbívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Habita florestas tropicais úmidas primárias e secundárias bem preservadas, estendendo-se desde as terras baixas até áreas prémontanas por volta de 1400 metros. Aninham exclusivamente dentro de árvores ocas e cavidades de troncos.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Estritamente diurnas e ativas. As operárias partem ao amanhecer para coletar pólen e néctar, dependendo fortemente de vibrações alares vocalizadas de baixa frequência (sons acústicos) dentro da colmeia para comunicar a distância exata e a qualidade das fontes de alimento às companheiras.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Organismos altamente sociais e eusociais avançados. As colônias son estruturas permanentes de longo prazo que mantêm uma divisão de trabalho altamente organizada, dividida estritamente entre as castas de operárias, machos e uma única rainha reprodutiva.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Herbívoro obrigado diurno/nectarívoro/palinívoro.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
A dieta consiste inteiramente de néctar e pólen de diversa flora tropical nativa. Atuam como polinizadores primários essenciais e são presas de aves especializadas, tamanduás, aranhas e lagartos oportunistas maiores.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
As novas colônias são fundadas por meio de um processo de enxameação progressiva, onde as operárias transferem recursos para um novo local antes que uma rainha virgem chegue para realizar um único voo nupcial em grande altitude com múltiplos machos agregados ao ar livre.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
0.9 - 1.2 cm
Peso (g)
0.06 g - 0.11 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
10 - 15 Dias
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
4 - 5
