Costa Rica Species
Pristimantis cruentus
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Pristimantis cruentus

Rã-de-chuva-sangrenta

Peters, 1873

Textos detalhados Multi-idioma
Pequena rã de aspeto robusto e pele granular. A sua coloração é extremamente variável, mas apresenta frequentemente manchas irregulares de tons vermelhos, púrpuras ou castanhos sobre fundos claros, mimetizando-se com as folhas caídas.

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Em Revisão

Última modificação por

Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Amphibia
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Anura
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Craugastoridae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Pristimantis
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.Peters, 1873
Completude da Ficha
96%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Estável

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Ano todo

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Insetívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habita no solo da floresta e no sub-bosque de florestas nubladas e selvas tropicais húmidas. É uma espécie dependente da serrapilheira densa para se manter húmida.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Espécie noturna. Passa o dia escondida na serrapilheira, saindo ao anoitecer para caçar pequenos invertebrados.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Solitária fora da época reprodutiva. Os machos emitem chamadas suaves e repetitivas a partir do solo ou vegetação baixa.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Caçador ativo de emboscada. Mantém-se imóvel até detetar o movimento de uma presa, lançando a sua língua com precisão.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Insetívoro generalista; caça presas como pequenos escaravelhos, ácaros e formigas na superfície da serrapilheira.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Espécie ovípara com desenvolvimento direto. A fêmea deposita poucos ovos grandes em cavidades do solo ou debaixo de musgo; não existe fase de girino.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

2.0 - 3.5 cm

Peso (g)

1 g - 3 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.10 - 30
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Sim

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

1 - 2 Anos

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

3 - 5

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos2 - 4 Anos
Fêmeas2 - 4 Anos

Dimorfismo SexualDiferenças físicas em tamanho, coloração ou morfologia entre machos e fêmeas desta espécie.

Machos Multi-idioma

Os machos são menores e possuem um saco vocal subgular pouco visível mas eficiente para as suas chamadas nupciais.

Fêmeas Multi-idioma

As fêmeas têm uma estrutura corporal significativamente mais volumosa para albergar a postura de ovos de grande tamanho.

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

Desenvolvimento direto: Esta adaptação evolutiva elimina a fase larval aquática, permitindo que a espécie se reproduza em locais afastados de corpos de água.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

A perda de habitat devido à expansão agrícola e a dessecação dos solos florestais devido às alterações climáticas são as suas maiores ameaças.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

É uma das poucas rãs que pode mudar ligeiramente de cor consoante a intensidade luminosa e a humidade, passando de tons pálidos a cores muito escuras.